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China não aceita críticas do G7 sobre restrições à democracia em Hong Kong

Legislação determina que o governo da região fique restrito apenas a "patriotas" leais à ditadura chinesa
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian | Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na sexta-feira 12, os ministros das Relações Exteriores do G7 (grupo formado por  Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) e a representação da União Europeia emitiram uma nota conjunta em que criticam a decisão das autoridades chinesas de “erodir os elementos democráticos do sistema eleitoral em Hong Kong”. O texto foi publicado depois que o Parlamento local, sob influência de Pequim, aprovou uma legislação determinando que o governo da região fique restrito apenas a “patriotas” leais à ditadura chinesa. Nesta segunda-feira, 15, o governo da China classificou o documento dos diplomatas ocidentais como difamatório e se referiu à alteração como uma “melhoria no sistema eleitoral”.

“Recentemente, um grupo de países difamou cruelmente a adoção pelo Congresso Nacional do Povo de uma decisão sobre a melhoria do sistema eleitoral da Região Administrativa Especial de Hong Kong”, afirmou em coletiva Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

 

 

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