China se dispõe a ajudar Rússia e Ucrânia a acertarem acordo de paz

Ministro das Relações Exteriores do país asiático demonstrou 'preocupação' em telefonema com chanceler ucraniano
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O secretário-geral do PCC, Xi Jinping
O secretário-geral do PCC, Xi Jinping | Foto: Divulgação/Flickr

O Partido Comunista da China (PCC) se dispôs a ajudar a Rússia e a Ucrânia a chegarem a um acordo de paz. Nesta terça-feira, 1°, o chanceler chinês, Wang Wi, telefonou para o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, e prometeu ajudar nas negociações pelo cessar-fogo.

A conversa é a primeira entre os dois países desde que a Rússia iniciou os ataques, na semana passada. O diálogo indica uma mudança de postura do PCC. Nos primeiros capítulos do conflito, a China se absteve de condenar a invasão e se recusou a acatar sanções econômicas contra a Rússia.

Wang Wi disse a Kuleba que está “extremamente preocupado com a guerra”. Depois da conversa, a China emitiu uma nota detalhando o diálogo. “A Ucrânia está disposta a reforçar a comunicação com a China e espera que a China tenha um papel na obtenção de um cessar-fogo”, informou o documento.

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“Em vista da crise atual, a China pede à Ucrânia e à Rússia que encontrem uma solução para a questão por meio de negociações”, ressaltou a nota da China. “Apoiamos todo esforço internacional construtivo que conduza a um acordo político”, acrescentou o governo estrangeiro, na papelada.

Leia também: “A Ucrânia balança o mundo”, reportagem publicada na Edição 101 da Revista Oeste

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