Covid-19: uma pandemia do medo ‘fabricada’ pelas autoridades, diz médico de Yale

Em entrevista ao programa American Thought Leaders, Harvey Risch defendeu ainda o uso de medicamentos no tratamento precoce da doença
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Harvey Risch: "O medo foi fabricado para todos. E é isso que caracteriza toda a pandemia: o grau de medo e a resposta das pessoas ao medo" | Foto: Reprodução/YouTube
Harvey Risch: "O medo foi fabricado para todos. E é isso que caracteriza toda a pandemia: o grau de medo e a resposta das pessoas ao medo" | Foto: Reprodução/YouTube

Mais do que uma grave crise sanitária, a pandemia de covid-19 no mundo é marcada pelo medo e pelo pânico generalizado. A afirmação é do professor de epidemiologia da Escola de Saúde Pública de Yale e do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da Escola de Medicina de Yale Harvey Risch, em entrevista ao programa American Thought Leaders, da EpochTV, na última terça-feira 30.

“Eu diria que tivemos uma pandemia do medo. E o medo afetou quase todos, enquanto a infecção afetou relativamente poucos ”, disse Risch.

“Em geral, tem sido uma pandemia muito selecionada e previsível. A doença era muito distinta entre jovens e idosos, saudáveis ​​e pessoas com doenças crônicas. Assim, descobrimos rapidamente quem estava em risco durante a pandemia e quem não estava ”, acrescentou.

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“Porém, o medo foi fabricado para todos. E é isso que caracteriza toda a pandemia: o grau de medo e a resposta das pessoas ao medo. ”

Risch é autor de mais de 300 publicações originais revisadas por pares e foi membro do conselho de editores do American Journal of Epidemiology.

Responsabilidade das autoridades

O professor de epidemiologia sugeriu que os governantes e autoridades sanitárias, inicialmente, espalharam um quadro sobre a “natureza terrível” do vírus muito pior do que era.

Isso incluía orientações no sentido de que todos estavam em risco, todos poderiam morrer ao contrair o coronavírus, todos precisavam de proteção, todos precisavam ficar em casa e não socializar com os outros para se proteger e, dessa forma, proteger a sociedade. Para o médico, todos esses tipos de mensagens emitidas pelas autoridades levaram a níveis elevados de ansiedade generalizada.

“Todos os nossos níveis de ansiedade aumentaram e todos nós tomamos decisões para reduzir, em vários graus, nossa exposição a outras pessoas, algumas mais do que outras, mas acho que todos tinham níveis de ansiedade que realmente afetaram o modo como conduzem suas vidas”, disse ele.

Tratamento no combate à covid-19

Risch disse ainda medicamentos como a hidroxicloroquina e a ivermectina podem ser muito eficazes no combate à covid-19 quando usados de maneira precoce e em associação com outros remédios. “Essas drogas foram eliminadas por razões que nada têm a ver com a ciência e com a medicina.”

Para quem vive se perguntando quando a pandemia vai acabar, o epidemiologista tem a seguinte opinião: “A imunidade natural é a maneira como vamos nos livrar dessa doença endêmica”.

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5 comentários Ver comentários

  1. Desconfio desse renomado médico de Yale. Prefiro acreditar no que os profissionais do Estadão, Folha de SP, O Globo e Rede Globo têm a dizer. Já dizia nosso Senado: Abaixo de Deus, o STF, e acrescento: Abaixo do STF, os jornalistas, ungidos pela ponta dos dedos, que redigem notícias sem tirar a bunda da cadeira da redação! #contem #ironia

  2. Não é razoável cogitar que as autoridade de quase todos os países do mundo tenham agido de forma irracional por incompetência, pois contavam com assessoramento. Ou que agiram movidas por subornos pagos por duas ou três grandes farmacêuticas, pois os mecanismos necessários para isso seriam flagrantes. No Brasil, por exemplo, as investigações estão avançando sobre os governos do Nordeste.

    A tese mais provável, desde o início, é que a esquerda, no mundo todo, viu na pandemia do vírus chinês uma oportunidade de desestabilizar o Ocidente, desorganizando as economias, derrubando governos e minando a segurança jurídica dentro do Estado Democrático de Direito.

    O resultado é o que se vê hoje, no mundo todo (o real e o virtual): a adoção de medidas excepcionais extremamente autoritárias, comparáveis ao nazifascismo do Século XX, ou coisa pior.

    Isso vai retroceder? A realidade e o bom-senso irão se impor? Saberemos agora, na quarta onda.

  3. CUIDADO DOUTOR, SE ACASO OS SUPREMOS SÁBIOS DE UMA CPI CIRCENSE O
    OUVIREM, SERÃO BEM CAPAZES DE QUEREREM DENUNCIÁ-LO AO TRIBUNAL
    INTERNACIONAL DE HAIA, COMO GENOCIDA, CHARLATÃO E AFINS.

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