Depois de ter visto cancelado, Djokovic fica ‘preso’ em hotel e aguarda audiência

Tenista se recusou a apresentar 'passaporte da vacina' e pode ser deportado
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O tenista Novak Djokovic aguarda decisão da Justiça para saber se permanece na Austrália ou será deportado
O tenista Novak Djokovic aguarda decisão da Justiça para saber se permanece na Austrália ou será deportado | Foto: Reprodução/Flickr

O tenista Novak Djokovic obteve um prazo de 72 horas para continuar na Austrália. Na segunda-feira 10, está marcada uma audiência judicial que determinará se o sérvio poderá ficar no país para disputar o Aberto da Austrália ou será deportado.

Djokovic está “preso” em um hotel de Melbourne, de onde não poderá sair antes da audiência.

Representantes do atleta e do governo australiano chegaram a um acordo nesta quinta-feira, 6, para que o tenista não fosse alvo de nenhuma medida antes da decisão da Justiça.

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A audiência em um tribunal federal acontecerá uma semana antes do início do torneio, que já foi vencido nove vezes por Djokovic.

Desde ontem, dezenas de fãs do tenista se concentram em frente ao hotel no qual ele está detido para protestar contra o cancelamento do visto de entrada do atleta no país.

Djokovic tentou entrar na Austrália utilizando uma liberação especial concedida pela organização da competição. Para competirem no torneio de Melbourne e não passarem por uma quarentena de 14 dias no Estado de Victoria, os atletas precisam estar com a imunização completa contra a doença causada pelo novo coronavírus. Ou, ainda, podem pedir uma autorização de exceção para os organizadores do evento. Djokovic escolheu a segunda opção, mas foi barrado pelo governo australiano.

O primeiro-ministro do país, Scott Morrison, já havia dado sinal da intenção de impedir a entrada do tenista no país. “Se Djokovic não está vacinado, deve apresentar provas aceitáveis de que não pode ser imunizado por razões médicas”, afirmou o premiê. “Se a evidência for insuficiente, ele não será tratado de forma diferente de ninguém.”

O governo de Victoria determinou que, além dos atletas, todos os funcionários, árbitros e torcedores que comparecerem ao complexo esportivo de Melbourne Park, onde o torneio será disputado, devem estar totalmente vacinados contra a covid-19.

Djokovic ainda não revelou seu status de imunização, mas sempre se manifestou de forma contrária à exigência de apresentação do chamado “passaporte da vacina”.

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6 comentários Ver comentários

  1. Parabéns, Djokovic!
    Vc representa as pessoas do mundo q duvidam desse experimento científico e não se submeteram ao plano vigarista por trás disso.

    Quem perde é a Austrália, que se transformou num país arruinado pela falácia vacinal, que persegue, prende e expulsa pessoas de bem.

    Seu exemplo será do conhecimento do mundo inteiro.

  2. Quem está feliz são seus adversários que escaparam de uma provável derrota. Um deles é o Nadal que fez um comentário infeliz. Quem perde mais é a Austrália! Que subserviência ao $$$ das big pharmas.

  3. Atitudes fascistas já reveladas sobre a Austrália só podiam dar nisso: possibilidade de barrar o número 1 do ranking da ATP, Djokovic, de participar do Australian Open. E ainda por cima vem o Nadal dando lição de moral. Os tenistas deveriam ter vergonha na cara e deixar o torneio às favas, obrigando-o a se explicar com os patrocinadores e vendas por transmissão. Tô fora! Se o Djokovic passar no teste das “otoridades”, aí assisto só a final, se ele estiver disputando.

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