Ditadura cubana julga 62 pessoas por protestos de julho

Cidadãos são acusados de promover desordem pública
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Milhares de cubanos foram às ruas protestar contra a ditadura comunista
Milhares de cubanos foram às ruas protestar contra a ditadura comunista | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

A Suprema Corte de Cuba informou ontem, quinta-feira 5, que 62 cidadãos foram julgados na ilha caribenha por supostos crimes cometidos durante os protestos realizados em 11 e 12 de julho.

“As pessoas colocadas à disposição dos tribunais são aquelas cuja conduta constituiu um crime”, afirmou Joselín Sánchez Hidalgo, magistrado do Supremo Tribunal Popular, ao jornal estatal Granma.

Segundo Sánchez Hidalgo, os cidadãos foram julgados por desordem pública, resistência, desacato e instigação à prática de crime. Há uma semana, Cuba já havia denunciado 59 pessoas.

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Manifestações

Milhares de pessoas se manifestaram em mais de 40 cidades de Cuba por falta de liberdade e de condições econômicas básicas. Quase quatro semanas após o protesto, a ditadura cubana ainda não informou o número de detenções relacionadas às manifestações.

Leia também: “A verdade ressuscitada”, texto de Augusto Nunes publicado na Edição 71 da Revista Oeste

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