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Ditadura venezuelana condena ‘violência’ nos EUA

Chanceler de Maduro afirma esperar que "o povo americano possa abrir um novo caminho em direção à estabilidade e justiça social"
Ditador da Venezuela, Nicolás Maduro
Ditador da Venezuela, Nicolás Maduro | Foto: Prensa Presidencial/Venezuela

A ditadura da Venezuela publicou uma nota em que manifesta “preocupação” com a “violência” registrada em manifestações nos Estados Unidos. Conforme noticiou Oeste, pessoas que estiveram nos protestos a favor do presidente Donald Trump invadiram o Congresso dos EUA — a colunista Ana Paula Henkel informou a possibilidade de haver infiltrados de movimentos de extrema esquerda, como o Antifas e o Black Lives Matter. “A Venezuela expressa sua preocupação pelos atos de violência nos EUA; condena a polarização e aspira que o povo americano possa abrir um novo caminho em direção à estabilidade e justiça social”, comunicou o ministro das Relações Exteriores de Nicolás Maduro, Jorge Arreaza.

No documento, o regime chavista registra que, “com este lamentável episódio, os Estados Unidos enfrentam o mesmo que tem provocado em outros países com sua política de agressão. Desejamos que se encerrem os atos de violência e que o povo americano possa finalmente abrir-se para um novo caminho”. Sob Trump, o governo norte-americano se afastou da ditadura venezuelana e reconheceu como presidente o deputado Juan Guaidó — também outros 50 países o fizeram. Segundo Maduro, Guaidó é uma “marionete” dos EUA que tenta derrubá-lo para controlar os recursos petrolíferos do país. Dados da ONG Foro Penal mostram que até, 9 de junho de 2020, existiam 449 pessoas — 321 civis e 128 militares — detidas por motivos políticos na Venezuela.

Leia também: “A Venezuela chavista e o mito do Estado inocente”

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