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Economia da China crescerá 1,9% em 2020 e 7,9% em 2021, projeta FMI

No entanto, a entidade acrescenta que o crescimento do país asiático ainda está desequilibrado
Economia do país de Xi Jinping segue avançando, apesar da pandemia de covid-19
Economia do país de Xi Jinping segue avançando, apesar da pandemia de covid-19 | Foto: Reprodução/Flickr

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a economia da China crescerá 1,9% em 2020 e 7,9% em 2021, o que representa 0,2 ponto percentual a menos em relação à última projeção feita para este novo ano.

O conselho executivo da instituição informou em comunicado que “a economia chinesa continua sua rápida recuperação após a pandemia de covid-19 graças aos fortes esforços para freá-la e às medidas tomadas para reduzir o impacto da crise”.

No entanto, a entidade acrescenta que o crescimento do país asiático ainda está desequilibrado. “Foram realizadas importantes reformas apesar da pandemia, mas não foram uniformes em áreas fundamentais”, indicou.

De acordo com o FMI, o país tomou medidas adequadas para sustentar a recuperação, como isenções fiscais para ajudar famílias vulneráveis, apoio fiscal para proteger as empresas mais afetadas e injeções de liquidez no sistema bancário.

Leia também: “Cientista político responde a 5 perguntas sobre a China”

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3 comentários

  1. TODOS os dados sobre a economia chinesa, PIB, dívida, taxa de emprego, etc, são FALSOS. A ditadura daquele país não permite que sejam feitas auditorias externas e os dados que fornecem não possuem a mínima credibilidade (alguém de vocês acredita realmente que só houve 4 mil mortes de Covid lá?). Sugiro que sigam os canais do Youtube: China in Focus, NTD, WION, China Uncensored, The Epoch Times, que retratam a realidade daquele país onde os direitos individuais não existem, a censura domina, as pessoas são presas sem o devido processo legal e os prisioneiros tem seus órgãos retirados para a venda com eles ainda vivos (sim, não é invenção minha, é verdade). Isso sem falar nos milhões em campos de concentração.

    1. Ótimas indicações, Sérgio. Suprema ironia que jornais criados por dissidentes chineses sejam hoje o principal pilar de defesa nos valores ocidentais na imprensa. É preciso mesmo conhecer o comunismo de perto para reconhecer a dimensão da ameaça. Mesmo a Oeste pisa na bola várias vezes, se omitindo sobre a cobertura das eleições fraudulentas nos EUA e vez por outra fazendo proselitismo pró-China.

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