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Em dificuldade, Maduro volta a cobrar por serviços públicos

Além do metrô, ditador sinaliza que população pagará pela energia elétrica e o serviço de 'internet'
Serviços antes 'gratuitos' serão cobrados
Serviços antes 'gratuitos' serão cobrados | Foto: Reprodução/Twitter

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou que serviços públicos serão pagos. Na segunda-feira 1°, o regime passou a cobrar US$ 0,01 por viagem no metrô de Caracas, capital do país, depois de dois anos de isenção. A iniciativa faz parte do plano do governo de aumentar progressivamente as tarifas de programas sociais — alguns deles “gratuitos” há anos. Houve duas tentativas de aumentar o custo da passagem do transporte subterrâneo, porém, os preços fixados foram engolidos pela hiperinflação e pela desvalorização diária da moeda venezuelana frente ao dólar.

Agora, o metrô, que continua a ser o meio de transporte mais barato do país, começou a vender os chamados cartões inteligentes, em que os usuários terão as primeiras 20 viagens por 900 mil bolívares (US$ 0,50). Uma vez esgotado o primeiro pagamento, cada viagem custará 20 mil bolívares (US$ 0,01). O preço do cartão supera o que cerca de 10 milhões de venezuelanos ganham por mês como salário mínimo ou aposentadoria. Conforme Maduro, a população está disposta a pagar pelos serviços, entre eles, o de energia elétrica e velocidade de internet.

Leia também: “Na Venezuela, fila de vacinação prioriza políticos”

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2 comentários

  1. Se estes Regimes fossem bons, exemplares e referências para alguns, não teriam havido tantas mortes de cubanos no mar, fugindo de Cuba em direção a Miami, e nem teriam havido tantas “fugas” de venezuelanos para o Brasil e outros Países .

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