Em reunião com Biden, Xi diz estar feliz por rever um ‘velho amigo’ e defende pacificação

O presidente dos EUA e o secretário-geral do Partido Comunista da China querem menos conflitos
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Biden, ainda vice-presidente de Obama, encontra-se com Xi Jinping em 2015 | Foto: Divulgação/Departamento de Estado dos EUA
Biden, ainda vice-presidente de Obama, encontra-se com Xi Jinping em 2015 | Foto: Divulgação/Departamento de Estado dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o secretário-geral do Partido Comunista da China, Xi Jinping, conversaram na segunda-feira 15. Entre outros temas, ambos discutiram formas de evitar “conflitos” entre os EUA e o país asiático. No início da conversa, que durou três horas, Xi disse que “estava feliz ao rever um velho amigo”. Biden e o líder de esquerda se conhecem desde 2009. “Precisamos aumentar a nossa cooperação e integração”, disse Xi.

Biden iniciou sua fala dizendo que os “EUA e a China têm uma responsabilidade com o mundo e com nossos povos”. Portanto, ambos os governos precisam evitar conflitos e ter competição simples e direta. Ao tratar de Xinjiang e Taiwan, o democrata manifestou “preocupação” com os movimentos da ditadura e se manifestou em defesa da ilha. Por outro lado, Xi disse que encorajar a independência de Taiwan seria “brincar com fogo”.

Leia também: “O jogo do gigante”, reportagem publicada na Edição 58 da Revista Oeste

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2 comentários Ver comentários

  1. Em terras tupiniquins, o processo não é muito diferente. Já o objetivo é outro.
    Por aqui, acrescente-se o Judiciário aparelhado como um dos players, capitaneado pela Corte Mais Suprema do Planeta.
    Políticos corruptos, mídia mainstream, redes sociais e Judiciário aparelhado trabalham para minar qualquer possibilidade de coesão nacional, levando a cabo a pauta progressista no peito e na marra. Não estão nem aí para os interesses populares. Até implantam um semipresidencialismo inconstitucional, se preciso for. Na marra.
    O recrudescimento dessa guerra vem em contraponto ao surgimento de uma eventual liderança pautada por verdadeiros interesses nacionais, trazendo o traço mais marcante da sociedade brasileira para o centro da discussão: o conservadorismo. O progressismo treme, por isso, enfurecido, mostra suas garras qual um animal selvagem quando acuado.
    Como nos EUA, os players tupiniquins também são subordinados às diretrizes dos interessados no mais importante potencial brasileiro no futuro: a segurança alimentar.
    A China planeja como irá alimentar mais de dois bilhões de pessoas nos próximos cem anos. Por não possuir clima nem solo suficientemente favorável, um certo país que, explorando tão somente 9% de suas terras agricultáveis, é responsável por produzir cerca de 20% do alimento mundial, desperta muito os chineses à atenção.
    Eles sabem muito bem o que é fome. Passaram por várias ondas. Aprendem os horrores da fome já na escola infantil. Daí tratar-se de planejamento estratégico por lá.
    Rússia e Índia que despertem para a realidade que se avizinha. A China já está de olhos bem abertos.
    EUA e Brasil? Pelo jeito, vão continuar discutindo gênero fluído e outros assuntos “estratégicos”.

  2. A China já invadiu os EUA, enfraquecendo um dos principais pilares da estrutura de guerra norteamericana: a coesão nacional.
    Hoje a sociedade norteamericana está a tal ponto dividida que vimos os crimes cometidos pelos terroristas do “Antifas” ser reverenciados por muitos.
    Políticos corruptos, mídia mainstream e redes sociais são atores internos fundamentais nesse processo, mas subalternos às diretrizes dos maiores interessados externos no colapso da potência hegemônica do planeta.

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