Embaixador russo na Polônia é atingido com tinta vermelha durante protesto em Varsóvia

Manifestações ocorreram em apoio à Ucrânia
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Sergei Andreev, embaixador russo na Polônia
Sergei Andreev, embaixador russo na Polônia | Foto: Reprodução/Ria Novosti

Sergei Andreev, embaixador russo na Polônia, foi atingido com tinta vermelha durante um protesto em Varsóvia, capital do país. O ato ocorreu nesta segunda-feira, 9.

O diplomata participava de uma celebração do 77º Dia da Vitória, quando a União Soviética derrotou tropas da Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

De acordo com SIC Notícias, o embaixador russo na Polônia fazia uma visita ao cemitério dos soldados soviéticos quando foi surpreendido por um protesto contra a guerra na Ucrânia. Os manifestantes bloquearam a passagem do diplomata, que precisou deixar o local acompanhado pela polícia.

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O protesto contra o embaixador russo na Polônia ocorreu em razão da invasão à Ucrânia, ordenada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, no fim de fevereiro.

Desde que o conflito teve início, diversos bombardeios foram lançados sobre cidades ucranianas. Os russos são acusados de atingir alvos civis. Uma investigação sobre crimes de guerra feita pela Corte Internacional de Justiça está em andamento.

Apoio internacional à Ucrânia

A União Europeia (UE) e os Estados Unidos têm demonstrado apoio aos ucranianos. No domingo 8, Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, falou por videoconferência em uma reunião do G7 — grupo formado por Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido, que conta com representantes da UE.

Além disso, Jill Biden, mulher do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez uma viagem sem aviso prévio ontem à Ucrânia. Ela se encontrou com a primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska, e visitou uma escola em Uzhhorod, cidade na região de fronteira com a Eslováquia, no oeste ucraniano. O prédio foi reformado e atualmente serve como abrigo para cidadãos desabrigados com a invasão russa.

“Eu queria vir no Dia das Mães”, disse Jill, ao se encontrar com Olena. “Pensamos que era importante mostrar ao povo ucraniano que esta guerra tem de parar.”

Leia também: “A guerra que o Ocidente poderia ter evitado”, artigo publicado na Edição 102 da Revista Oeste

 

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