EUA despencam em ranking de liberdade econômica

Sob a gestão Joe Biden, o país enfrenta inflação, crise na cadeia de suprimentos e aumento da dívida pública
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Joe Biden é presidente dos Estados Unidos
Joe Biden é presidente dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Flickr

Os Estados Unidos atingiram o nível mais baixo de liberdade econômica de sua história, segundo o ranking elaborado pela The Heritage Foundation, associação civil com sede em Washington, DC.

O Índice de Liberdade Econômica deste ano pinta um quadro perturbador, tanto no cenário interno quanto externo”, afirmou Kevin Roberts, presidente da Heritage. “O declínio da liberdade econômica norte-americana é um sério motivo de alarme, com consequências reais para todos os norte-americanos, especialmente as famílias de baixa renda e a classe trabalhadora.”

De acordo com o relatório, os EUA caíram 2,7 pontos no ranking, chegando a 72 pontos. Com isso, atingiram a classificação mais baixa em sua história (25º). O Brasil, por sua vez, está na 133ª posição, com 53,3 pontos. Na prática, isso significa que o país está mais próximo da Coreia do Norte (177º), último colocado da lista, do que de Singapura, Suíça, Irlanda, Nova Zelândia e Luxemburgo, as nações mais livres do mundo.

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O Índice de Liberdade Econômica, lançado em 1995, avalia os países de acordo com os seguintes critérios: (1) Estado de Direito, (2) tamanho do governo e (3) eficiência regulatória. Todos recebem o mesmo peso no cálculo, que segue de 0 a 100. Para ser considerado livre, um país precisa receber mais de 80 pontos.

No momento, a situação econômica dos EUA é preocupante. Em janeiro, o país registrou inflação de 7% — a mais alta em 40 anos. Há ainda uma crise na cadeia de suprimentos, perda da confiança do consumidor, sucateamento da indústria nacional e aumento da dívida pública, que superou os US$ 30 trilhões.

“Desde o início de 2020, quando o Partido Comunista Chinês (PCC) desencadeou a pandemia de covid-19, lidamos com uma das maiores convulsões políticas, sociais e econômicas do século”, observou Roberts. “As vidas e os meios de subsistência de centenas de milhões de pessoas foram profundamente perturbados, não apenas pelo vírus, mas especialmente por bloqueios draconianos, mandatos intrusivos de saúde pública e restrições ao comércio. Isso causou um aumento histórico na inflação.”

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