Estados Unidos reavaliam contribuição à OMS

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, afirmou que o país reavalia neste momento sua contribuição à Organização Mundial de Saúde (OMS). A declaração foi dada durante entrevista coletiva na Casa Branca, ao lado do presidente norte-americano, Donald Trump.
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Sede da organização Mundial da Saúde em Genebra, na Suíça
Foto: Yann Forget/Wikimedia
Sede da organização Mundial da Saúde em Genebra, na Suíça Foto: Yann Forget/Wikimedia | Sede da organização Mundial da Saúde em Genebra, na Suíça

Secretário norte-americano afirmou que como qualquer outra entidade a OMS precisa prestar contas de seus resultados

Sede da organização Mundial da Saúde em Genebra, na Suíça
Foto: Yann Forget/Wikimedia
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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, afirmou que o país reavalia neste momento sua contribuição à Organização Mundial de Saúde (OMS).

A declaração foi dada durante entrevista coletiva na Casa Branca, ao lado do presidente norte-americano, Donald Trump.

Ontem, Trump criticou a entidade, dizendo que poderia cortar a contribuição americana por ela ser muito “centrada na China”.

https://twitter.com/realDonaldTrump/status/1247540701291638787

“A OMS realmente estragou tudo”, escreveu o presidente no Twitter. “Por alguma razão, embora financiada em grande parte pelos Estados Unidos, está muito centrada na China. Vamos dar uma boa olhada nisso. Felizmente, rejeitei o conselho deles de manter nossas fronteiras abertas à China desde o início. Por que eles nos deram uma recomendação tão errada?”

Pompeo afirmou que a OMS, como qualquer outra entidade, precisa prestar contas de seus resultados, de acordo com informações do Estadão Conteúdo.

Questionado se os EUA podem pressionar pela saída de Tedros Adhanom Ghebreyesus do posto de diretor-geral da OMS, Pompeo disse que não é o momento para pensar nisso. “Haverá um momento para olhar para trás e ver como a OMS se saiu, mas este momento não é agora”, comentou.

A autoridade americana também foi questionado sobre eventual retaliação contra a China, por causa da covid-19. Segundo ele, não é hora para pensar nisso, mas todos os países precisam agora ser transparentes. “Estamos totalmente prontos a cooperar com a China e compartilhar informações”, garantiu ele, que também lembrou que a doença “surgiu lá” no país asiático.

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