EUA ampliam sanções contra Cuba por reprimir protestos

Medidas indicam endurecimento da política do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em relação à ditadura comunista
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Manifestantes pacíficos foram reprimidos em Cuba
Manifestantes pacíficos foram reprimidos em Cuba | Foto: Reprodução/Twitter

Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira, 13, a ampliação de sanções contra membros da ditadura cubana por repressão aos protestos populares realizados em julho. Os alvos foram o chefe da Polícia Nacional Revolucionária de Cuba (PNR), Pedro Orlando Martínez Fernández, e Romárico Vidal Sotomayor García, que ocupa o mesmo cargo no Ministério do Interior.

Em comunicado, a diretora do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac), Andrea Gacki, afirmou que os Estados Unidos “continuarão a sancionar aqueles que facilitarem ao governo cubano a perpetuação de abusos de direitos humanos contra manifestantes pacíficos”.

Desde o começo dos protestos, o Pentágono já havia aplicado outras duas rodadas de sanções por meio do Departamento do Tesouro norte-americano. As medidas indicam endurecimento da política do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em relação a Cuba.

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Leia também: “A verdade ressuscitada”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 71 da Revista Oeste

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