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Explosão no Líbano: investigação vai demorar, admite presidente

Capital do país, Beirute foi atingida no início do mês
Beirute em chamas | Foto: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
Beirute em chamas | Foto: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM | beirute - explosivos - explosão no líbano

Capital do país, Beirute foi atingida no início do mês

beirute - explosivos - explosão no líbano
Beirute em chamas | Foto: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Os desdobramentos da explosão no Líbano vão demorar para ser devidamente analisados e esclarecidos. É o que admite o presidente do país do Oriente Médio, Michel Aoun. No fim de semana, ele falou sobre o acidente ocorrido no início do mês, que vitimou 177 pessoas e deixou 6.500 feridos.

Leia mais: “‘Coisa assustadora’, diz Temer sobre Beirute pós-explosão”

De acordo com Aoun, nenhuma hipótese foi descartada pelas autoridades. Dessa forma, até a possibilidade de atentado terrorista está sendo levada em consideração. Por ora, a única decisão foi colocar em prisão domiciliar todos os funcionários do porto — local onde a explosão ocorreu.

“A situação é bem mais complexa”

“Queremos que o inquérito termine logo. Mas descobrimos que a situação é bem mais complexa”, disse o presidente sobre a explosão. A declaração de Aoun foi feita durante entrevista concedida à emissora local BFM TV, conforme informa o site da Radio France Internationale.

Ajuda internacional

A situação do Líbano tem despertado a atenção de governantes internacionais. O Brasil, por exemplo, enviou comitiva para o país. O ex-presidente Michel Temer está no Oriente Médio como chefe da missão que visa a auxiliar a reconstrução da zona portuária de Beirute, além de fornecer ajuda humanitária.

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