Feminista confessa que adulterou números para aprovar aborto no México

Marta Lamas lidera movimento pela interrupção da gravidez

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A líder feminista Marta Lamas | Foto: Divulgação
A líder feminista Marta Lamas | Foto: Divulgação

A feminista Marta Lamas admitiu que usou números falsos em suas campanhas pela legalização do aborto no México. “Dizíamos que ‘100 mil mulheres’ morriam por causa de abortos clandestinos”, disse Marta. “Esse número referia-se a 100 mil pessoas, incluindo homens. Inflávamos os números.”

Marta deu a declaração durante o seminário Conversa sobre o Movimento Feminista, na Universidade Autônoma Metropolitana, na Cidade do México, em 25 de outubro de 2016. O vídeo, contudo, voltou a circular nas redes sociais nesta semana, depois de uma página conservadora republicá-lo na internet.

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Fundadora de um movimento feminista pró-aborto, o Grupo de Informação em Reprodução Escolhida (Gire), Marta disse que usou o próprio ajuntamento como “meio para buscar um objetivo radical”: a descriminalização o ato.

Em virtude da pressão do Gire e outros movimentos feministas, em 2007, o então chefe de governo da Cidade do México, Marcelo Ebrard, sancionou a legalização do aborto até 12 semanas, após votação na Assembleia Legislativa.

No ano passado, o Gire também atuou para que os ministros da Suprema Corte do México liberassem a interrupção da gravidez. Dessa forma, os juízes descriminalizaram a prática no território nacional, sob protestos da direita.

Leia também: “Supremo tribunal de pequenas causas”, reportagem publicada na Edição 121 da Revista Oeste

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10 comentários Ver comentários

  1. E assim acontece com os todos os temas que fazem parte da pauta esquerdopata:aborto,desarmamento,pobreza,fome,drogas,feminicídio,violência policial,desmatamento etc,etc.Tudo é fraudado,manipulado,distorcido.

  2. Carta de Luladrão à Revista Oeste:

    A todof of vornaliftaf da Revifta Oefte: eu goftaria de divêr que eu nun têiu língua prêva, que iffo é túdu mintira. Goftaria também de divêr que eu fô inofênti, não robêi a Petrobráif, nem a Eletrobráif, nem o BNDEF, nem o fítio de Atibaia, nem o tripéks do Guarujá, nem o apatamêntu de Fão Benádo, nem o Inftituto Lula, nem a conta na Fuífa (na Zoropa). Iffo túdu é facanávi duf meuf amígu currúptu, eu num fabía de nada diffo. É facanávi também do Férfio Môru, aqueli fuíf fiadaputa de Curitiba, onde fiquei doif ânuf prêvo naquêli frio abfurdo abafo di féro. Agora que o Effeteéfi (STF) mi foltô, eu fou inofênti e nun dêvo maif nada, péffo os vótuf di tôdof of leitôref da Revifta Oefte. Maf fi não quifé votá nimim, então fai tomá nukú tudumundu, feuf fafifta du caraio. Pusquê eu nuquéru fóto de niguêim, eu quero é diêro dufêif, bando de trôfa. Bêjo no coraffaum dufêif, e fai Curíntia !!!

  3. Não morre metade desse tanto de gente em crimes violentos aqui no Brasil, que tem praticamente o dobro da população do México… alguma coisa tinha que estar errada na conta.

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