Inglaterra adota medidas para evitar falta de alimentos

Alertas recebidos pelo celular após possível contato com infectados estão levando centenas de pessoas ao isolamento
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Produtos em falta em prateleira de supermercado em Londres, Inglaterra | Foto: Reprodução/AFP
Produtos em falta em prateleira de supermercado em Londres, Inglaterra | Foto: Reprodução/AFP

Após imagens de prateleiras vazias nos supermercados da Inglaterra voltarem a circular nas redes sociais nesta semana, o governo do Reino Unido disse nesta sexta-feira, 23, que “agiu rapidamente” para proteger a cadeia de abastecimento de alimentos, já que centenas de pessoas estão sendo obrigadas a se isolar depois uma possível exposição ao coronavírus.

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Segundo o Serviço Nacional de Saúde, até o último dia 14, cerca de 600 mil pessoas foram notificadas com um “ping” no celular depois de terem tido contato com alguém infectado pelo vírus. Os britânicos apelidaram essa ação de “pingdemia”, em uma brincadeira entre ping (receber notificação) e “epidemic”.

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A federação de varejistas britânicos pediu ao primeiro-ministro Boris Johnson que relaxe as regras que impõem quarentena aos casos de contato com pessoas infectadas pelo coronavírus, argumentando que elas ameaçam o abastecimento dos supermercados. Em resposta, Johnson divulgou ontem, quinta-feira 22, um programa de testes em até 500 locais de trabalho relacionados a alimentos. Dessa forma, funcionários serão testados diariamente e não precisarão respeitar o “ping” e isolar-se.

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O ministro do Meio Ambiente, George Eustice, disse que, desse total, 170 são armazéns de supermercados e também há fabricantes de alimentos. Segundo previsão do governo, mais de 10 mil pessoas devem ser testadas todos os dias.

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