Instituto Nacional de Saúde nos Estados Unidos inicia estudos sobre a cloroquina

Ideia é estabelecer um protocolo de atendimento. Pesquisas serão feitas com 2 mil pacientes
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Agência dos EUA começou pesquisa com coroquina | Foto: Thisis Engineering
Agência dos EUA começou pesquisa com coroquina | Foto: Thisis Engineering

Ideia é estabelecer um protocolo de atendimento. Pesquisas serão feitas com 2 mil pacientes

Agência dos EUA começou pesquisa com coroquina | Foto: Thisis Engineering

A maior instituição federal de pesquisa em saúde nos Estados Unidos, o Instituto Nacional de Saúde (National Institute of Health – NIH), iniciou nesta semana estudos para a adoção de um protocolo de uso da hidroxicloroquina, administrado juntamente com o antibiótico azitromicina, visando combater o novo coronavírus.

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Duas mil pessoas serão monitoradas, segundo o Instituto Nacional de Saúde norte-americano. Os pacientes serão escolhidos entre aqueles que testaram positivo para a covid-19 e com sintomas como febre, tosse e/ou falta de ar. Como parte do protocolo de estudos, alguns pacientes receberão placebo; outros, a combinação da hidroxicloroquina com o antibiótico azitromicina. A pesquisa será realizada também com idosos com mais de 60 anos, mulheres grávidas e até portadores de HIV.

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Pelo protocolo, os pacientes vão tomar 400 mg de hidroxicloroquina duas vezes no primeiro dia e 200 mg duas vezes ao dia por mais seis dias. Combinado a isso, também serão ministrados 500 mg de azitromicina no primeiro dia, mais 250 mg por dia nos quatro dias seguintes. “Precisamos urgentemente de um tratamento seguro e eficaz para o covid-19. O reaproveitamento de medicamentos existentes é uma opção atraente, porque esses medicamentos foram submetidos a testes extensivos, permitindo que eles passem rapidamente para os ensaios clínicos e acelerem sua potencial aprovação para o tratamento com covid-19 ”, disse o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID, em inglês), Anthony Fauci. O NIAID é a diretoria do NIH responsável por análise de doenças infecciosas.

Com agências de notícias internacionais

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3 comentários Ver comentários

  1. É cansativo, né? Bastaram Trump e Bolsonaro, os líderes mais odiados pela esquerda no mundo, defenderem a setentona CLOROQUINA pra medicação virar uma ameaça à saúde pública. Ninguém merece!

    1. O protocolo da Prevent Sênior é com cloroquina e azitromicina mais uma proteína para aumentar imunidade do paciente. Será que os donos da prevent S~enior querem perder paciente? Se não fosse a corrupção e a politização, tenho certeza que não teríamos as metades dessas mortes. Piauí está prescrevendo cloroquina, ver se lá está tendo problema com falta de leito? Esse médico líder da saúde nos EUA, Faucci, é um lobista. Acho que a pesquisa não vai ser positiva. Ele defende patente. Ele é um médico corrupto

  2. já está com atraso este estudo , aqui com esta politização da hidroxidocloroquina qualquer estudo feito aqui no Brasil com qualquer resultado levantaria suspeitas , esperamos que não haja influência da indústria farmacêutica apesar do Fauci estar metido até o pescoço com este lobby , esperamos que se mostre eficiente comprovando alguns centros no Brasil que estão utilizando com sucesso, além de ser uma droga conhecida , já no mercado a mais de 50 anos , tem patente livre e de custo baixo, seria uma benção pra humanidade , vamos torcer

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