Jogador da seleção alemã vira alvo de críticas por não tomar vacina contra covid-19

Kimmich alega ter preocupação com a falta de estudos clínicos de longo prazo sobre os imunizantes
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Kimmich é um dos principais jogadores da seleção alemã
Kimmich é um dos principais jogadores da seleção alemã | Foto: Reprodução/Flickr

Uma das maiores estrelas do Bayern de Munique e da seleção alemã de futebol masculino, o meio-campista Joshua Kimmich virou alvo de críticas depois de admitir que não tomou a vacina contra a covid-19. Em entrevista à rede de televisão Sky Sports, o atleta mostrou preocupação com a falta de estudos clínicos de longo prazo sobre os imunizantes.

“Sim, é verdade”, revelou Kimmich, ao ser indagado sobre o assunto. “Pessoalmente, ainda tenho algumas preocupações sobre a falta de estudos clínicos de longo prazo”, continuou o craque alemão. “Também sigo as medidas de higiene. Além disso, os jogadores não vacinados do Bayern de Munique são testados a cada dois ou três dias.”

Kimmich promoveu uma campanha de arrecadação de recursos para viabilizar a vacinação de pessoas em países pobres. O projeto foi idealizado junto com seu companheiro de clube e seleção Leon Goretzka. A We Kick Corona, algo como “Nós Chutamos o Corona”, ganhou o Prêmio Esportivo da Baviera na categoria especial “Engajamento Contra o Corona”.

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Leia também: “O efeito dominó do bem”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 83 da Revista Oeste

O jogador rebateu as críticas do establishment midiático sobre suposta contradição em participar de uma iniciativa pró-vacina ao mesmo tempo em que pessoalmente escolhe não tomar o imunizante contra o vírus chinês. “Não sou negacionista ou contra as vacinas”, afirmou. “Há pessoas que têm preocupações independentemente das razões. E isso tem de ser respeitado.”

Kimmich disse haver pressão para que as pessoas tomem a vacina contra a doença. “Você é rapidamente criticado”, disse à emissora britânica Sky Sports. “As razões não são sequer perguntadas. Você se sente frequentemente pressionado. Todos que decidiram por si próprios tomar a vacina devem ter a oportunidade de fazê-lo”, concluiu.

Leia mais: “Obscurantismo vacinal”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 82 da Revista Oeste

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2 comentários Ver comentários

  1. Melhor ser criticado que ser cobaia. Melhor ser criticado que ficar doente com alguma doença estranha e desconhecida (segundo a propiás bulas das vacinas que você pode encontrar nas paginas web dos laboratórios).
    Por outro lado se se resite a tomar picadinha é mais inteligente e não uma ideia minha. São as conclusões do MIT, do Imperial College, e outras universidades, pessoas que resistem o relato da vacina e do covis e que ainda não aceitam ser vacinadas são mais inteligentes.
    Com certeza se for criticado por Albert Einstein, você teria que se preocupar mas se é criticado por algum mequetrefe não tem que se preocupar.

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