Líderes do Leste Europeu viajam para a Ucrânia em meio a bombardeios

Comboio deve falar em nome da União Europeia para apresentar um pacote de ajuda ao país
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Um prédio residencial de nove andares foi atingido em Kiev por um projétil
Um prédio residencial de nove andares foi atingido em Kiev por um projétil | Foto: Reprodução/Redes sociais

Os primeiros-ministros da Polônia, República Tcheca e Eslovênia viajaram a Kiev nesta terça-feira, 15, para demonstrar apoio à Ucrânia. Trata-se dos primeiros líderes que visitam a cidade desde a invasão da Rússia, em 24 de fevereiro.

Os políticos cruzaram a fronteira da Ucrânia com a Polônia por volta das 8 horas (3 horas, no horário de Brasília) e seguiram à capital de trem, onde devem falar, em nome da União Europeia, para apresentar um pacote de ajuda ao país.

O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, informou no Facebook que a viagem ocorre no 20º dia da “agressão criminosa contra a Ucrânia” do presidente russo, Vladimir Putin. “Em tempos tão revolucionários para o mundo, é nosso dever estar onde a história é forjada”, escreveu. “Porque não se trata de nós, mas do futuro de nossos filhos, que merecem viver em um mundo livre de tirania.”

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“O objetivo da visita é confirmar o apoio inequívoco de toda a União Europeia à soberania e à independência da Ucrânia”, disse o primeiro-ministro tcheco, Petr Fiala, em comunicado divulgado pelo governo polonês.

Ataques à capital

A viagem ocorre enquanto Kiev é alvo de ataques: duas fortes explosões abalaram a cidade antes do amanhecer de hoje. Os serviços de emergência comunicaram que duas pessoas morreram quando um prédio residencial foi atingido. Ontem, outro ataque destruiu um edifício e deixou um morto.

Em meio aos bombardeios, a cidade anunciou um toque de recolher de 35 horas, da noite de hoje até quinta-feira, em que será proibido se locomover sem permissão especial, exceto para ir a abrigos antibombas. “A capital é o coração da Ucrânia e será defendida”, disse o prefeito, Vitali Klitschko.

Nesta terça-feira, sirenes de ataque aéreo soaram em diferentes regiões do país, incluindo nas cidades de Odessa, Tchernihiv, Tcherkássi e Smila. A vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, anunciou que o país espera abrir nove corredores humanitários para retirar civis, além de entregar suprimentos e ajuda à cidade portuária de Mariupol, no sul.

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10 comentários Ver comentários

  1. Vão lá, exigir desse babaca, o Bolsonaro Ucraniano, para se render e parar de palhaçada, pois as vidas dos Ucranianos estão se destruindo por causa de imbecil que se acha, igual a esses artistas que ponta na televisão e se acha.

  2. Os caras que falam de paz não param de mandar armas para a Ucrânia.
    Não respeitaram os acordos.
    Ucranianos votaram num debil mental que acha que guerra se vence em jogos de game.
    Não entendem de serpente e foram mexer com o Putin. Ele avisou centenas de vezes, só não agiu antes porque não tinha condições nenhuma.
    A única finalidade da OTan é provocar guerras para vender armas e esconder as sujeiras de seus líderes imundos

  3. Duvido! Até parece que iriam arriscar seus traseiros indo para a cidade que é o alvo principal. Nem o presidente da Ucrânia deve estar mais lá. Pra mim são só mentiras apoiadas pela mídia.

  4. e muito facismo, porque estes líderes europeus não viajaram pro Iraque pro golfo pra ver a crueldade que os americanos fizeram lá, para de facismo, parabéns pro presidente da Rússia.

    1. louco e covarde são os americanos e a otan que invade os países dos outros por causa de petróleo, covardia foi a bomba que os americanos jogou em Hiroshima e Nagasaki, e jogou sem motivo, a Rússia só está lutando Pela soberania dela.

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