Monges budistas testam positivo para metanfetamina

Religiosos foram levados para tratamento de reabilitação na Tailândia
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Quatro monges testaram positivo para metanfetamina | Foto: Reprodução/ Canva
Quatro monges testaram positivo para metanfetamina | Foto: Reprodução/ Canva

Um templo budista ao norte da Tailândia ficou sem monges depois que todos os religiosos do local testaram positivo para o uso de metanfetamina, droga psicoativa popularmente conhecida como “cristal”. 

Segundo as autoridades locais, o xerife da Província de Phetchabun havia autorizado a vasculha de drogas em escolas, fábricas e templos da região. A investigação tinha como objetivo levar viciados e traficantes para a reabilitação. 

“Como líder comunitário, fiquei com medo, porque nunca pensei que os monges seriam viciados em drogas”, afirmou Sungyut Namburi, chefe da Província. “Nunca pensei que as drogas se espalhariam para os templos.”

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Ao todo, quatro monges, incluindo o líder dos religiosos, fizeram um teste de detecção de drogas na segunda-feira 28 de novembro. “Os religiosos foram transferidos para uma clínica, para um tratamento de desintoxicação”, disse Boonlert Thintapthai, administrador da região. 

O escândalo na Província de Phetchabun ocorre em meio a uma tentativa das autoridades nacionais da Tailândia de reprimir o uso de drogas no país. A política foi decretada em outubro, depois de um assassinato em massa em uma creche, que deixou 38 mortos, a maioria crianças. Conforme as investigações, o principal suspeito do atentado é um ex-policial demitido da corporação por usar metanfetamina.

Segundo a polícia, o assassino chegou por volta da hora do almoço à creche, na cidade de Uthai Sawan, dentro da Província de Nong Bua Lamphu. Agitado, ele atropelou algumas pessoas. Depois, parou o carro e buscou pelo filho. Ao não encontrá-lo, disparou então contra outras crianças e funcionários da escola. Logo depois, voltou para casa e matou a mulher e o filho, em seguida cometeu suicídio.

A polícia da Tailândia identificou o assassino. Panya Khamrabfoi demitido de seu cargo no ano passado por envolvimento com drogas. Segundo as investigações, horas antes do atentado, ele compareceu a um tribunal, onde seria julgado.

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