Na Argentina, milhares vão às ruas em defesa da liberdade

Depois do anúncio da estatização da empresa Vicentin, multidões que também se opõem ao governo pedem que o direito de propriedade seja preservado
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Manifestantes protestam na argentina contra a estatização da Vicentín e o governo peronista de Alberto Fernández | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER
Manifestantes protestam na argentina contra a estatização da Vicentín e o governo peronista de Alberto Fernández | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER | Manifestantes protestam na argentina contra a estatização da Vicentín e o governo peronista de Alberto Fernández | Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER

Depois do anúncio da estatização da empresa Vicentin, multidões que também se opõem ao governo pedem que o direito de propriedade seja preservado

na argentina
Manifestantes protestam na Argentina contra o governo peronista de Alberto Fernández e a estatização da Vicentin 
Foto: REPRODUÇÃO/TWITTER

Multidões de argentinos que se opõem ao presidente Alberto Fernández e sua vice, Cristina Kirchner, foram ontem às ruas de várias cidades protestar contra o governo. Há apenas sete meses, a nova gestão coleciona várias crises.

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Duas semanas atrás, a dupla de peronistas anunciou a estatização da Vicentin, 4ª maior exportadora de soja do país. Além disso, se desentenderam com os credores privados da dívida pública de US$ 65 bilhões.

Em síntese, o país vai dar oficialmente um nono calote.

E, sob lockdown, a Argentina vê os casos de coronavírus crescerem a cada dia. Parlamentares da oposição também denunciam os presos que foram soltos, e que a Justiça encontra-se parada. Ou seja, impunidade para os Kirchner.

Insatisfeita, portanto, a população decidiu reagir. E o estopim foi a expropriação da Vicentin. Os atos tiveram como lema a defesa das liberdades, como o direito de propriedade.

Conforme noticiou Oeste, lideranças agrícolas estão descontentes com a esquerda, que a cada dia sinaliza fazer o contrário do que prometeu na eleição passada.

A iniciativa privada, por exemplo, teme que as empresas em dificuldade tenham o mesmo destino da companhia de soja.

Parlamentares de direita liderados pelo ex-presidente Maurício Macri e a deputada Lillita Carrió se uniram há poucos dias para criar uma frente capaz de propor alternativas e colocar o país nos trilhos.

Veja as manifestações

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8 comentários

  1. Agora que entregaram o biscoito novamente aos peronistas, será uma guerra a tentativa de recuperá-lo.
    O povo argentino deixou-se enganar mais uma vez!
    A Venezuela é logo ali!

  2. Não dá para entender os argentinos! Elegeram um governo de direita e não esperaram os resultados. Não tiveram paciência e voltaram com os esquerdistas. Queriam o que? Esquerda é isso! Tiveram oportunidade de ouro para despachar de vez. Agora, só com muita luta e quiçá, muito sangue!

  3. Estão tentando fazer aqui no Brasil o mesmo que fizeram na Argentina: impedir o Presidente de governar. Essa é a estratégia da esquerda: boicotar de todas as formas o governo que é pra acusar o presidente de ser incompetente e assim voltar ao poder.
    Os argentinos erraram muito quando não foram às ruas apoiar o ex-presidente.
    Nem tudo está perdido. Espero que nuestros hermanos consigam reverter esse quadro.

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