Na França, 3 mil profissionais da saúde são suspensos e ficarão sem pagamento por rejeitarem a vacina

País estabeleceu a compulsoriedade da imunização
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O presidente da França, Emmanuel Macron, defende a obrigatoriedade da vacina
O presidente da França, Emmanuel Macron, defende a obrigatoriedade da vacina | Foto: ActuaLitté/Flickr

O ministro da Saúde da França, Olivier Veran, suspendeu 3 mil trabalhadores da área da saúde que se recusaram a tomar a vacina contra a covid-19. Os profissionais ainda ficarão sem receber salário. “São ações temporárias”, declarou Veran, em entrevista à rádio RTL, na quarta-feira 15.

Até ontem, quem é funcionário de hospital, de lares de idosos, cuidadores informais, bombeiros, condutores de ambulâncias, entre outras funções, tinham de ter recebido pelo menos a primeira dose de qualquer imunizante anticoronavírus. A medida é obrigatória no país.

Milhares de médicos e enfermeiros têm recusado a vacina devido a questões éticas, religiosas e receio dos efeitos colaterais adversos dos produtos. Sindicatos se levantaram contra o presidente Emmanuel Macron e ameaçaram entrar em greve geral, caso a compulsoriedade da vacinação continue.

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Leia também: “O escândalo do passaporte sanitário”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 58

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2 comentários Ver comentários

  1. CADA ORGANISMO HUMANO TEM COMPORTAMENTO SINGULAR. O QUE BENEFICIA
    UM PODE SER NOCIVO AO OUTRO. COMO OBRIGAR ALGUÉM A TOMAR VACINA PARA UMA DOENÇA QUE AINDA É DESCONHECIDA EM SEUS VARIADOS ASPECTOS? AINDA NÃO HÁ CONSENSO DE EFICÁCIA! QUEM VAI SER RESPONSABILIZADO EM CASO DE DANO IRREVERSÍVEL???? VACINAÇÃO AGORA VIROU MOTIVO PARA IMPULSIONAR CAMPANHA ELEITORAL!!! VEJA-SE COMO EXEMPLO O CIRCO DO
    RENAN E SEUS COADJUVANTES.

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