Novas imagens mostram o presidente da Argentina em festa clandestina, e agravam escândalo

Governo tenta apagar incêndio de olho nas eleições legislativas
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Executivo tenta esgotar o assunto para dar imagem de transparência
Executivo tenta esgotar o assunto para dar imagem de transparência | Foto: Reprodução/Internet

A oposição da Argentina entrou com um pedido de investigação contra o presidente do país, Alberto Fernández, devido ao mais recente escândalo envolvendo o governo federal. Na quinta-feira 19, o Poder Executivo divulgou vídeos para tentar controlar o desgaste pelo qual passa o peronista em razão das polêmicas de eventos clandestinos de Fernández. A estratégia é o próprio governo esgotar o assunto antes das eleições legislativas de 12 de setembro.

No mais recente episódio, o presidente aparece na residência oficial em numa comemoração em dezembro de 2020, com mais de 50 deputados de sua coligação. Um dia antes, esses congressistas assinaram um termo alegando enquadramento em “grupo de risco da covid-19” para não participarem de uma sessão na Câmara dos Deputados. “O governo quis detonar o desgaste de uma só vez”, disse o analista Jorge Giacobbe, em entrevista à agência RFI.

Os artigos 205 e 239 do Código Penal, aos que Alberto Fernández fazia alusão a cada novo anúncio de renovação do confinamento, estabelecem penas de seis meses a dois anos de prisão a quem violar as medidas. As imagens publicadas pela Casa Rosada fazem parte de um lote de três vídeos, entre eles, os bastidores do ápice do escândalo: o aniversário da primeira-dama do país, Fabiola Yañez, que ocorreu durante o lockdown no país em 14 de julho de 2020.

Leia também: “Argentina: o eterno flerte com o suicídio”, reportagem publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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