O antitrumpismo é o novo macarthismo

É o que argumenta Ana Paula Henkel, em artigo publicado na Edição 48 da ‘Revista Oeste’
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Funcionários que serviram aos Estados Unidos durante a administração Trump são preteridos
Funcionários que serviram aos Estados Unidos durante a administração Trump são preteridos | Foto: Shealah Craighead/Casa Branca

“No início da década de 1950, alguns líderes norte-americanos repetiam incansavelmente ao público que todos deviam temer a influência comunista subversiva em sua vida. Os comunistas, eles diziam, poderiam estar à espreita em qualquer lugar, usando suas posições como professores universitários, artistas ou jornalistas em favor do programa mundial de dominação marxista. O movimento ficou conhecido como Red Scare. Atingiu seu ápice entre 1950 e 1954, quando o senador Joe McCarthy, de Wisconsin, um republicano, lançou uma série de investigações sobre a suposta atuação comunista dentro do Departamento de Estado, na Casa Branca, no Departamento do Tesouro e até no poderoso Exército dos Estados Unidos.

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Desde então, o termo macarthismo (McCarthyism) é usado para apontar a prática de difamação de caráter por meio de alegações indiscriminadas amplamente divulgadas, sobretudo com base em acusações infundadas, com retórica inflamada, exageradas e extremamente prejudiciais àqueles que são alvo da perseguição.”

Quer saber como o macarthismo se relaciona com o movimento antitrumpismo? Leia o artigo completo de Ana Paula Henkel, publicado na Edição 48 da Revista Oeste, que foi ao ar na sexta-feira 19.

Revista Oeste

A Edição 48 da Revista Oeste vai além da coluna de Ana Paula Henkel sobre o novo macarthismo. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino e Dagomir Marquezi.

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