OMS encontra sinais de que Wuhan teve surto mais amplo em 2019

Investigadores da organização afirmam que 13 cepas do vírus teriam circulado na cidade antes da divulgação oficial do regime chinês
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Peter Ben Embarek é o principal investigador da missão da OMS em Wuhan
Peter Ben Embarek é o principal investigador da missão da OMS em Wuhan | Foto: Reprodução/Mídias Sociais

A equipe da Organização Mundial de Saúde (OMS) que investiga as origens do coronavírus na China descobriu sinais de que o surto em Wuhan teria sido muito maior do que se pensava anteriormente. Os pesquisadores estão buscando na cidade acesso a centenas de milhares de amostras de sangue que a China ainda não disponibilizou para análise. O principal investigador da missão da OMS, Peter Ben Embarek, disse que o grupo encontrou 13 cepas do vírus que teriam circulado em Wuhan antes de dezembro de 2019. A descoberta de tantas variantes do vírus pode sugerir que ele estava circulando há mais tempo do que apenas naquele mês. Este material genético é provavelmente a primeira evidência física a emergir internacionalmente para reforçar tal teoria. Embarek, que acaba de voltar para a Suíça, afirmou à CNN que “o vírus estava circulando amplamente em Wuhan em dezembro, o que é uma nova descoberta”.

Leia também: “China ‘negou à OMS acesso’ a dados de casos iniciais de covid-19, diz cientista”

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Com informações do Poder360

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