Para reverter derrota, presidente da Argentina vai aumentar o salário mínimo e subir aposentadorias

Alberto Fernández cedeu a pressões de Cristina Kirchner
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Peronismo está dividido na Argentina
Peronismo está dividido na Argentina | Foto: Divulgação/Casa Rosada

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, vai anunciar nesta segunda-feira, 20, um “pacote de bondades”, com a finalidade de reverter o péssimo resultado eleitoral nas primárias legislativas. Trata-se de uma exigência de sua vice, Cristina Kirchner, que trava uma queda de braço com o chefe do Executivo de modo a reorganizar o governo a seu bel-prazer.

Conforme o jornal Clarín, o aumento do salário mínimo (atualmente, no valor de 21.600 pesos) deve ser de 45%, linha de crédito com taxa zero para mais de 1 milhão de trabalhadores registrados e bônus de 6 mil pesos para aposentados e pensionistas. O ministro da Economia do país, Martín Guzmán, destinou 70 milhões de pesos (R$ 3,7 milhões, na cotação atual) para viabilizar o plano.

Leia também: “Argentina: o eterno flerte com o suicídio”, reportagem publicada na Edição 68 da Revista Oeste

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