Por denúncias de trabalho forçado, EUA pressionam empresas a interromper importações da China

Segundo o periódico The Wall Street Journal, as minorias muçulmanas são a principal mão de obra escrava de Pequim
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Minorias muçulmanas são submetidas a trabalhos forçados na China
Minorias muçulmanas são submetidas a trabalhos forçados na China | Foto: Reprodução/Mídias sociais

O governo dos Estados Unidos está aumentando a pressão sobre as empresas norte-americanas para que interrompam as importações de Xinjiang, cidade localizada no oeste da China, devido a denúncias de trabalho forçado em fábricas da região. Segundo o The Wall Street Journal, as minorias muçulmanas são a principal mão de obra escrava da ditadura chinesa, que nega as acusações.

As importações de produtos compostos de algodão ou tomate foram proibidas em janeiro de 2021, e restrições mais rígidas estão em vias de ser estabelecidas. A expectativa do governo de Joe Biden é que o Congresso aprove, ainda neste ano, uma legislação que proíba as importações de todos os produtos fabricados em Xinjiang, a menos que as empresas da região provem não submeter seus funcionários a trabalhos forçados.

A Lei Prevenção ao Trabalho Forçado Uigur foi aprovada por unanimidade no Senado. Agora, seus termos serão avaliados pela Câmara.

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Leia também: “UE impõe sanções à China por abuso contra minoria uigur”

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1 comentário

  1. O Brasil deveria seguir o exemplo dos EUA e, pelo menos, reduzir os itens de importações deste país comunista que não está nem aí para os direitos de seu povo, tampouco para os imigrantes.

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