Produção industrial da zona do euro tem a maior queda da história

Esse é a maior queda desde que esse levantamento começou a ser realizado em 1991.
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Fábrica de automóveis na Alemanha, a maior economia da zona do euro
Foto: Rainerhaufe/Wikimedia
Fábrica de automóveis na Alemanha, a maior economia da zona do euro Foto: Rainerhaufe/Wikimedia | Fábrica de automóveis na Alemanha, a maior economia da zona do euro

O recuo de 11,3% em março em comparação com fevereiro é o maior desde que o levantamento começou a ser realizado pela Eurostat, em 1991

Fábrica de automóveis na Alemanha, a maior economia da zona do euro
Fábrica de automóveis na Alemanha, a maior economia da zona do euro
Foto: Rainerhaufe/Wikimedia

A Eurostat, a agência oficial de estatísticas da União Europeia, divulgou que a produção industrial dos 19 países que formam a zona do euro caiu 11,3% em março em comparação ao mês anterior. Essa é a maior queda desde que esse levantamento começou a ser realizado, em 1991. Em termos anuais, a perda chega a 12,9%.

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O recuo anual é superior àquele esperado por economistas ouvidos pela agência Reuters, que estimavam queda anual de 12,4%. Para o mês de março, no entanto, o resultado foi um pouco melhor que a expectativa de recuo de 12,1%, informa o portal G1.

As economias europeias estão sendo muito afetadas pelas medidas de contenção do coronavírus  impostas pelos países da região, o que acabou abalando severamente a atividade industrial, como mostram os dados divulgados hoje.

O resultado já era esperado visto que esses países sofreram fortes quedas no PIB e o varejo também apresentou um recuo histórico no período

A produção de bens duráveis, como carros, televisores e máquinas de lavar, foi a que apresentou a maior queda, com recuo de 26,3% no mês e de 24,2% na comparação com o ano anterior, informa a Eurostat.

A produção de bens de capital, aqueles utilizados para a fabricação de produtos finais, teve uma queda de 15,9% em comparação a fevereiro e de 21,5% em comparação ao mês de março de 2019.

Já os bens de consumo não duráveis, como alimentos, recuaram apenas 1,6% na base mensal e 0,8% na base anual.

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