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Resumo da semana: Argentina, vacinas e retomada econômica

Confira o que foi notícia

Confira o que foi notícia

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Versão “triste” da bandeira da Argentina | Foto: Reprodução/Facebook

Problemas na Argentina, indo de questões alimentícias à confusão na despedida de um ídolo. Avanço de projetos de vacinas contra a covid-19, com direito a político sugerir passar por cima da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Dados animadores sobre o cenário da economia brasileira. Esses e outros fatos foram notícia ao longo dos últimos dias. Oeste apresenta os destaques.

Confira o resumo da semana:

  • Segunda, 23

Carne estragada virou disputa entre pessoas na Argentina. Vídeo mostra famílias desenterrando o alimento para matar a fome. Ainda no noticiário do exterior, a transição de governo teve início nos Estados Unidos, enquanto a China prendeu 17 mil pessoas em aeroporto de Xangai por causa de suspeita de casos de covid-19. Sobre o coronavírus, Oxford anunciou a eficácia de até 90% de sua vacina.

  • Terça, 24

A China seguiu em pauta devido às informações de que abasteceu financeiramente a imprensa dos Estados Unidos e propôs código digital para monitorar a covid-19 em todo o mundo. O Judiciário surgiu com três casos: Luís Roberto Barroso reclamou do “conservadorismo radical”, o STF paralisou ação da Lava Jato contra Lula e Joice Hasselmann foi condenada por xingar petista. Na economia, a arrecadação cresceu e o setor de construção civil apresentou números positivos.

  • Quarta, 25

Os problemas argentinos seguiram com a constatação de a inflação local ser uma das dez maiores do mundo e pela morte do ex-jogador Diego Armando Maradona, a quem Dilma Rousseff definiu como defensor da democracia. Em resposta ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), a China deixou a diplomacia de lado e ameaçou o Brasil. A União recuperou mais de R$ 11 bilhões a partir de acordos judiciais. A Pfizer pediu registro de sua vacina junto à Anvisa. E a esquerda se enrolou. Enquanto no Acre um prefeito reeleito aumentou o próprio salário, herdeira de construtora na mira da Lava Jato apareceu como doadora da campanha de Guilherme Boulos (Psol) à prefeitura de São Paulo.

“Boulos é a ‘recuperação judicial’ do PT”

  • Quinta, 26

O velório de Maradona foi marcado por confusão, com aglomeração e invasão à Casa Rosada, sede do governo da Argentina. Na política brasileira, o Ministério das Relações Exteriores rebateu a postura da China, e o senador Álvaro Dias (Podemos-PR) reclamou dos projetos engavetados por Rodrigo Maia (DEM-RJ) na Câmara dos Deputados. Na economia, o ministro Paulo Guedes anunciou a geração de quase 400 mil novos postos de trabalho em outubro. O dia ainda contou com erro admitido pela AstraZeneca em projeto contra a covid-19, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi publicamente rebatido pela Anvisa após sugerir que poderia ignorar parecer da agência e impor a aplicação da CoronaVac.

  • Sexta, 27

O presidente Jair Bolsonaro garantiu que o plano de vacinação contra o novo coronavírus está quase pronto. Mas enquanto as vacinas não chegam ao povo, a prefeitura de Salvador cancelou a festa de Carnaval em fevereiro de 2021. Ainda no âmbito da covid-19, o médico David Uip se colocou contra a vacinação obrigatória (mesmo sendo aliado de Doria), e Boulos testou positivo para a doença. De uma vez só, um empresário denunciou José Serra, Aécio Neves, Renan Calheiros, Romero Jucá e Antonio Palocci. Pela Lava Jato, Sergio Cabral recebeu mais uma condenação, enquanto advogados de Lula serão denunciados à ONU. O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), escapou de processo de impeachment. A Oi, por sua vez, recebeu desconto de 50%, mas não escapou de acordo para pagar dívida bilionária.

  • Sábado, 28

A semana chegou ao fim com Oeste explicando o que é a BR do Mar, projeto a ser conduzido pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que foi diagnosticado com covid-19. Para combater tal doença, a vacina da Johnson & Johnson chegou à Anvisa. A ministra Cármen Lúcia, do STF, decidiu analisar o que Bolsonaro pode e não pode fazer no Twitter. O Ibovespa encerrou a semana em alta, ficando acima dos 110 mil pontos. Por fim, Argentina, França e Ceará entraram na pauta. O primeiro teve o presidente alvo de denúncia, o segundo contou com manifestações contra o governo e o terceiro local foi palco para prisão de irmão de prefeito — pego com notas de dinheiro escondidas na cueca.

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