‘Tudo em Israel parece normal’, mas ainda há incertezas sobre a pandemia

Jornalista relata experiência em visita ao país
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Máscara de proteção facial | Foto: Reprodução/Facebook
Máscara de proteção facial | Foto: Reprodução/Facebook

Em artigo publicado na Edição 74, o jornalista Gabriel de Arruda Castro relata sua experiência ao visitar Israel por duas semanas neste mês. “Na superfície, tudo em Israel parece normal. Mas também é verdade que as autoridades israelenses não querem baixar a guarda e ainda enfrentam incertezas sobre as medidas de contenção do vírus”, escreve o jornalista.

Ele conta que precisou fazer quatro testes de covid-19 em solo israelense, que é preciso tomar vacina para entrar no país e que  passageiros vindos do Brasil ainda não são autorizados a visitar Israel. Arruda também analisa como o comportamento do povo israelense contribuiu para o país largar na frente na retomada da vida normal. A partir do mês passado, no entanto, a variante delta fez a curva de contágios voltar a crescer e preocupa o governo.

Leia um trecho:

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Alto coletivismo e alta dependência do Estado (caso do Brasil) formam uma combinação perigosa. Alto coletivismo e alta independência (caso de Israel) são os traços de um povo altivo e que não se apoia no governo para fazer aquilo que pode por conta própria. A combinação entre o baixo individualismo e a distância do poder ajuda a explicar, portanto, a singularidade de Israel e sua sociedade, que, embora confie nos governantes, prefere ser autossuficiente. Parece ser essa a combinação que permitiu aos israelenses largar na frente na retomada da vida normal, apesar dos percalços no caminho.

Leia o artigo completo: “Israel e a vida pós-coronavírus” 

 

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3 comentários

  1. O que incomoda é a insistência em deixar claro que mesmo com vacina sempre há implícita a ameaça de volta de restrições. Meu Deus, ninguém esclarece o qual a porcentagem de pessoas infectadas torna necessário continuarmos com esse controle. Não se faz isso com nenhuma outra doença, e olha que o que não falta é doença (e que mata) no mundo. O que esse maldito vírus tem de diferente pra continuar controlando nossas vidas?

    1. O diferente desse vírus é que foi politizado. Não permitem remédio nenhum para tratamento dos doentes. As vacinas foram vendidas como panaceia. Médicos serão presos se tentarem tratar os pacientes. Isso nunca aconteceu no mundo. É a pura maldade reinando nesse mundo atual. O ódio tomou conta das pessoas. Uma hora é aquecimento global, outra é a mudança climática. Uma hora é o racismo e outra é a homofobia. A divisão do mundo é nítida e o povo de bem está no meio desse inferno. Por isso o MUNDO ,não só o Brasil tem que estar nas ruas toda semana contra essa maldade.

  2. Excelente artigo.Faz-nos refletir sobre nosso presente e futuro do nosso Brasil .Mais coletivismo e menor dependência do Estado ajudam a combater as guerras.

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