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Vaticano fecha o cerco sobre não vacinados e impõe restrições

Apresentação de 'passaporte sanitário' e uso obrigatório de máscaras serão necessários para quem estiver no local
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Foto: Divulgação/Vatican News
Foto: Divulgação/Vatican News | Foto: Divulgação/Vatican News

Não vacinados terão restrições no Vaticano. Entre outros pontos, o país determinou a apresentação do chamado “passaporte verde” e o uso obrigatório de máscaras PFF2 em todos os ambientes fechados a visitantes e funcionários.

As novas regras para não vacinados estão em um documento assinado em 5 de janeiro pelo presidente do Governo da Cidade-Estado, arcebispo Fernando Vérgez Alzaga, e por sua secretária-geral, irmã Raffaella Petrini.

Além disso, o país suspendeu viagens de trabalho e estendeu a exigência do chamado “passe verde reforçado” (semelhante ao passaporte sanitário) para todos os visitantes dos museus, jardins e congressos realizados no Vaticano.

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O certificado sanitário é obtido apenas por pessoas que tenham se curado da covid há menos de seis meses ou que já estejam vacinadas. A partir de 31 de janeiro, a papelada será exigida de todos os funcionários do Vaticano.

Segundo a normativa, colaboradores sem esse certificado “não poderão acessar o local de trabalho e serão considerados faltosos sem justificativa”, com a consequente suspensão do salário durante o período de ausência.

Caso essa situação se prolongue, o funcionário ficará sujeito a sanções disciplinares, informou nesta quinta-feira, 13, a Agenzia Nazionale Stampa Associata, um dos principais meios de comunicação da Itália.

Leia também: “O escândalo do passaporte sanitário”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 58 da Revista Oeste

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10 comentários Ver comentários

  1. Esse Papa e seus seguidores parecem não ter muito prestígio no Céu. Suponho que não faltaram preces para que um milagre acabasse com a pandemia. Que os mortos sejam bem acolhidos!

  2. Esse vagabundo foi alçado ao papado, justamente para acabar com o resto que sobrou dessa igreja. Pelo que tenho conhecimento, é a única vertente religiosa que toma esse tipo de medida no mundo. Esse argentino não passa de um filhodaputa.

  3. A igreja é uma bosta mesmo. Agora, “em Nome de Deus”, separa cristãos de cristãos. Essa desgraça que é uma das maiores assassinas da história da humanidade não me representa

  4. Este Papa causa asco. Peço perdão se blasfemo.
    Se bem me lembro das minhas aulas de catecismo, quando tinha 10/11 anos, cristãos NUNCA discriminariam pessoas doentes, pelo contrário!
    Eram sacerdotes e/ou freiras aqueles que, primeiro, cuidaram de leprosos, CONVIVENDO com eles, não segregando-os!

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