Venda de carteira de vacinação de covid-19, o novo golpe nos EUA

Centenas de vendedores oferecem cartões falsos ou furtados na internet

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Vendedores oferecendo cartões de vacinação falsos na <i>internet</i>
Vendedores oferecendo cartões de vacinação falsos na internet | Foto: Reprodução/Divulgação/The New York Times

Nesta pandemia, o mais novo golpe nos Estados Unidos é a venda de cartões de vacinação falsos contra o coronavírus. Eles começaram a ser oferecidos em sites como Etsy e eBay, e em redes sociais como Twitter e Facebook, no fim de janeiro, noticiou o jornal The New York Times. Os impressos são falsificações dos cartões originais ou mesmo originais furtados por farmacêuticos. Emitidos pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), os cartões são fornecidos para as pessoas que tomaram vacinas contra a covid-19. As cópias à venda na internet custam entre US$ 20 e US$ 60, com desconto na compra de três ou mais unidades. Plastificados são mais caros.

A demanda pelas falsificações cresceu quando as companhias aéreas e outras empresas anunciaram, recentemente, que podem vir a pedir comprovação de vacinação contra a covid-19 para viagens ou para participar de eventos. Os cartões também podem se tornar cruciais para a emissão dos “passaportes de vacina”, que oferecem prova digital de que a pessoa foi imunizada.

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Na semana passada, quarenta e cinco procuradores-gerais do Estado se juntaram para pedir que Twitter, Shopfy e eBay interrompessem a venda de cartões falsos ou roubados. A preocupação é que pessoas não vacinadas utilizem o cartão para participar de grandes eventos e potencialmente transmitam o vírus, prolongando a pandemia. Outras pessoas estão utilizando o documento para enganar os farmacêuticos, colocando uma falsa data na primeira aplicação para receber rapidamente a segunda dose da vacina, antes do prazo. Facebook, Twitter, eBay, Shopify e Etsy disseram que as vendas violam suas regras e estão removendo posts que fazem propaganda dos itens.

Leia também: “Dados de 500 milhões de usuários do LinkedIn estão à venda na internet”

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