Líderes do Novo intensificaram nas últimas semanas as articulações para que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, seja o candidato a vice-presidente em eventual chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em 2026.
A movimentação envolve nomes de peso da legenda. O deputado federal Marcel van Hattem e o ex-procurador da República Deltan Dallagnol, por exemplo, atuam nos bastidores para consolidar a aproximação com o PL e viabilizar a indicação de Zema.
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O governador mineiro é apontado como o nome preferido de Jair Bolsonaro para compor como vice nas eleições. A avaliação no entorno do ex-presidente é que Zema reúne perfil técnico, discurso alinhado à pauta liberal e baixa rejeição, além de ampliar o alcance eleitoral em Minas Gerais — segundo maior colégio eleitoral do país.
A vantagem para o Novo
A negociação atende também a uma necessidade estratégica do Novo. O partido precisa superar a cláusula de barreira nas eleições de 2026 para manter acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e televisão. Pelas regras aprovadas pelo Congresso, as siglas terão de alcançar 2,5% dos votos válidos para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, ou eleger ao menos 13 deputados federais também distribuídos em um terço dos Estados. Atualmente, o Novo reúne cinco deputados na Câmara: Adriana Ventura (SP), Gilson Marques (SC), Luiz Lima (RJ), Van Hattem (RS) e Ricardo Salles (SP).
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Dirigentes do Novo avaliam que uma aliança formal com o PL pode facilitar esse objetivo. A expectativa é que, em troca da indicação de Zema como vice, o partido de Bolsonaro apoie candidatos do Novo à Câmara, de modo a aumentar as chances de atingir o desempenho exigido pela legislação eleitoral.
Os acordos do PL
Esse movimento de aproximação já tem precedentes. Em Santa Catarina, por exemplo, o prefeito de Joinville, Adriano Silva, disputará o cargo de vice-governador na chapa liderada pelo governador do Estado, Jorginho Mello (PL).
No Paraná, a aproximação também avançou. Lideranças do PL e do Novo participaram das articulações para tirar o senador Sergio Moro do União e levá-lo ao partido de Bolsonaro. O ex-juiz deve concorrer ao governo do Paraná pelo PL, com apoio do Novo. As conversas incluíram alinhamentos eleitorais e divisão de espaços em uma estratégia semelhante à que agora começa a ser desenhada para a disputa presidencial.
Nas conversas, interlocutores do Novo também têm condicionado o avanço do acordo a compromissos programáticos. A legenda quer garantias de que um eventual plano de governo de Flávio Bolsonaro incorpore princípios liberais na economia e pautas conservadoras nos costumes, em linha com a identidade do partido.
O que falta para o acerto com Zema
Do lado do PL, a estratégia segue um modelo já aplicado em disputas regionais. A leitura da cúpula é que, para vencer uma eleição majoritária, será necessário ampliar a base de alianças, inclusive com siglas menores, mas com quadros qualificados e presença regional.
Nos bastidores, a negociação já é tratada como uma das principais apostas para consolidar uma frente de direita competitiva em 2026. Em entrevista ao programa Arena Oeste desta quinta-feira, 26, o vereador curitibano Guilherme Kilter disse que gostaria de ver Zema como candidato a vice de Flávio.
A definição da chapa, contudo, esbarra no calendário eleitoral. O PL trabalha com o prazo de descompatibilização, que exige que ocupantes de cargos executivos deixem suas funções seis meses antes da eleição.
A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].







































Se rolar vai ser no primeiro turno, a vadiagem parasita vai pirar.
A chapa ideal visualizado já em 2023…era Michele Bolsonaro com Zema.
Pegar votos das mulheres honestas e o decisório das eleições presidenciais que é Minas Gerais.
Isso era na minha opinião e o quê eu “vendia” e colocava aos interessados….mesma coisa fiz com Tarcísio….pois muitos torciam o nariz mas estavam com o pé na merda tucano PTralha.
Olha o sucesso desse governador que VAI limpar o TJ e MP e procuradoria do Estado….dos tucanos canalhas!
Mas tenho que dar o braço a torcer, pois o FLÁVIO BOLSONARO tem melhor penetração e engajamento que a Michele que tem baixa rejeição….uma conta dificil de se fazer.
Pelo menos ERA difícil….pois FLÁVIO demonstro altíssima capacidade de articulação, bom senso…eeee….acho que a família Bolsonaro aprendeu a não ser mais traída.
SEM FRAUDE no processo eleitoral…Bolsonaro já está eleito. Em torno de 53% dos votos válidos.
MAS haverá FRAUDE eleitoral SIM….e nossa eleição NÃO SERÁ reconhecida pelo mundo ocidental e aliados.
Aliais…JÁ ESTÁ havendo fraudes no processo ao não deixar Bolsonaro se expressar e os porcos de toga…ameaças aos candidatos conservadores. Fora os cercas de 1,5% de fraude que as urnas eletrônicas TEM a capacidade de fazer….se passar desse percentual…a fraude na contagem dos votos APARECE!
Por isso a briga psicológica pelas pesquisas fajutas…tentando manter um empate técnico para não gerarem protestos!
Zema trará simplicidade e força ao discurso, atuando como força complementar à chapa. Torço para que não errem na escolha do vice como na eleição passada.
Zema é o nome certo para que a direita se ajeite, um excelente administrador de discurso, alinhado as pautas mais importantes do momento.
Sera um tiro certo, que assim seja
Uau! Excelente notícia após o desapontamento revelador dos 8/10 supremos de ontem!
Essa será a hora da virada do Brasil.
Aplausos! Avante Brasil do Bem!