O Pavão de Tatuí sobrevoa o Palácio do Planalto - Revista Oeste

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O Pavão de Tatuí sobrevoa o Palácio do Planalto
Quando outubro terminar, ele sairá de cena. Seja qual for o desfecho do voo, descobrirá que está proibido de bater asas em paz até mesmo na cidade em que nasceu
29 Maio 2020, 10:07

A Justiça passava diante do portão da casa dos meus pais às duas da tarde em ponto, dois minutos depois de despontar na esquina da rua General Glicério com a praça Horácio Ramalho aquele homem de terno sempre escuro e bem cortado, o paletó jaquetão todo abotoado, o nó Windsor da gravata em tonalidades sóbrias enlaçando o colarinho da camisa impecavelmente branca, calçando sapatos de cromo alemão que nunca deram as caras nas vitrines da cidade. Ele nem chegara aos 40 anos, mas a ausência de rugas no rosto era anulada pela austeridade do semblante, raramente desarmada por um sorriso tímido, e pela deserção dos cabelos nos flancos do crânio, que procurava atenuar com o penteado horizontal que mantinha cada fio em seu lugar. Era bonita de se ver a aparição de Ennio Bastos de Barros, o juiz da comarca de Taquaritinga, em sua caminhada vespertina rumo ao Fórum da cidade.

A visão da figura que personificava a Lei e da Ordem, reprisada de segunda a sexta-feira, produzia efeitos colaterais imediatos. Os suspeitos de sempre e, por via das dúvidas, também os inocentes de carteirinha mudavam de calçada e apressavam o passo. Os moleques que chutavam uma bola no meio da rua interrompiam o futebol, mesmo se houvesse perigo de gol, e tratavam de refugiar-se nos quintais. Sobrevinha o silêncio espesso reservado às procissões dos dias de santo forte, valorizadas pela presença do bispo de São Carlos. Só os moradores adultos assomavam às janelas para saudar a passagem do juiz com sobrenome de paulista quatrocentão: “Boa tarde, doutor”. Ele retribuía o cumprimento em voz baixa e seguia seu curso. Ficava a sensação de que as coisas são permanentes e o mundo não iria acabar.

Os juízes da minha infância nunca se intrometeram na esfera de atuação do prefeito e dos vereadores

Naquele crepúsculo dos anos 50, magistrados mereciam respeito. Nesta segunda década do século 21, como seria recebido um juiz do Supremo Tribunal Federal que aparecesse de repente na rua de uma pequena cidade que tratava com reverência o juiz de primeira instância? Melhor evitar essa experiência de alto risco. As transmissões da TV Justiça ampliaram extraordinariamente o número de brasileiros capazes de recitar sem tropeços a escalação do time da toga. Muita gente reconhece (de frente e de perfil) os 11 titulares. Sabe o que eles fizeram no verão passado — e também nas demais estações do ano. Conhece as jogadas de cada um. Acompanha com lupa a desenvoltura com que andam entrando em campos alheios. E não está gostando do que vê.

Os juízes da minha infância nunca se intrometeram em assuntos privativos de prefeito e vereador. Quem desrespeita limites não pode cobrar respeito nem dos capinhas — aqueles assessores que durante as sessões do STF permanecem de pé atrás das cadeiras dos semideuses de araque. Até a virada do século, 10 em cada 10 inscritos no Enem seriam contemplados com um rotundo zero se convidados a desenhar os nomes de três ministros do Supremo. As coisas mudaram em 2012 com o julgamento do Mensalão. Uma imensidão de brasileiros descobriu como funcionava o mundo das 11 sumidades. Viu quem prendia e quem soltava, quem segurava o jogo e quem confundia bola com trave. A maioria dos torcedores aplaudiu o desempenho do relator Joaquim Barbosa, que fez o possível para engaiolar os quadrilheiros, e gostou da expressão criada por Celso de Mello para resumir o que movia José Dirceu e seus comparsas: “um projeto criminoso de poder”. Celso de Mello foi bem até resolver prorrogar o jogo que terminara com a derrota dos larápios no tempo regulamentar.

Um Rui Barbosa em compotas, que recheia o texto dos votos cuja leitura nunca dura menos de três horas com termos que parecem exumados

Ser ministro do STF não é pouca coisa. O dono de uma toga ganha o maior salário do funcionalismo público. É indemissível. Diferentemente dos passageiros comuns, aguarda a hora do embarque em salas especiais dos aeroportos. Nunca é visto numa fila. Alcança o avião em veículos privativos e sobe a escada antes de todo mundo. Senta-se na primeira fileira de poltronas e não paga a passagem ─ essa despesa também fica por conta dos pagadores de impostos. Quando acha isso tudo cansativo, requisita um jatinho da FABTur. Preparada por cozinheiros competentes, a comida servida aos ministros talvez conseguisse uma estrela no Guia Michelin.

Premiado com uma toga pelo presidente José Sarney, o paulista de Tatuí pousou no STF em 1989. Tinha 44 anos. Em 2007 virou decano, título conferido ao mais antigo integrante da corte. Por algum motivo misterioso, Celso de Mello demorou cinco anos até decidir, durante o julgamento dos mensaleiros, que quem é Decano, com maiúscula, não é gente como a gente — e também é superior aos colegas. Assim nasceu o Pavão de Tatuí. Nada a ver com alguma reencarnação do Águia de Haia. O Pavão de Tatuí é um Rui Barbosa em compota, que recheia o texto dos votos cuja leitura nunca dura menos de três horas com termos que parecem exumados da Biblioteca de Alexandria. Celso de Mello raramente chama o local do emprego de Supremo Tribunal Federal. Prefere três expressões sinônimas: “Pretório Excelso”, “Colenda Corte e “Egrégio Tribunal”. Pretório era a denominação de um tipo de fortificação romana. Excelso quer dizer “sublime”. Colendo significa “respeitável, venerando”. Egrégio quer dizer “insigne, nobre, eminente”.

Seu sonho é afastar Bolsonaro do cargo que alcançou nas asas do voto popular

A cinco meses da aposentadoria compulsória, um colosso de tais dimensões não poderia negar ao Brasil e à cidade natal um vôo que até a condores andinos pareceria ousado demais. Para tanto, reincorporou o promotor de Justiça da mocidade e escolheu como alvo o presidente da República. No começo deste ano, enxergou num vídeo divulgado por Jair Bolsonaro num grupo de WhatsApp uma gravíssima ameaça ao Estado Democrático de Direito, por revelar “a face sombria de um presidente que demonstra uma visão indigna de quem não está à altura do cargo que exerce e cujo ato de inequívoca hostilidade aos demais Poderes da República traduz gesto de ominoso desapreço e de inaceitável degradação do princípio democrático”.

A ausência de vírgulas na frase acima reproduzida deve ter consumido o fôlego do Decano. Depois de algumas semanas em recesso, ele voltou a sobrevoar o Palácio do Planalto. Em duas arremetidas sucessivas, tentou confiscar o celular do presidente e promoveu a exibição, na íntegra, de uma reunião do primeiro escalão do governo federal. O sonho de Celso de Mello é afastar Bolsonaro do cargo que alcançou a bordo do voto popular. Quando outubro terminar, o ministro sairá de cena de vez. Seja qual for o desfecho do voo, o Pavão de Tatuí vai descobrir que está proibido de bater asas e pernas em paz até mesmo na cidade em que nasceu.

Leia também nesta edição:
“Uma aberração de circo”, de J. R. Guzzo
“O gabinete do amor bandido”, de Guilherme Fiuza
“O gabinete da censura”, de Ana Paula Henkel

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51 Comentários

  1. Era uma vez, um país que jabutis subiam em árvores e onde cobras voavam…

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    • Esse pavão é intragável. Já vai tarde do STF para o ostracismo. Ultrapassado, um verdadeiro chato!

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      • Nada mais do que verdades! Comentário que ainda posso fazer, que pelo andar da carruagem , logo, logo, não poderei mais.

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      • Todas noites assisto Pingos Nos IIS pela sua presença

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    • Ótimo artigo do Augusto Nunes. No fim, todos voltaremos ao pó. De nada adianta a soberba desses ministros. Todos esses, se chegarem à aposentadoria , vão sofrer com o ostracismo e a perda da paz. No ocaso da vida, restará o arrependimento de nao terem aproveitado a oportunidade de darem exemplo de dignidade.

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    • Será que as asas do pavão serão cortadas antes da aposentadoria ??

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    • O cinismo é a principal arma dos ególatras. Na próxima encarnação ele talvez volte ainda juiz (de futsal).

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      • Senhor Cassiano Moreira Machado, o senhor sabe como surgiu a figura do cínico? Não? Eu vou te contar. Há mais ou menos uns dois mil anos, quando os artesãos preparavam verdadeiras obras de arte em tapetes, o sujeito chegou com as sandálias sujas de lama e pisou intencionalmente a obra-prima. Dá pra se imaginar o estrago. Nascia aí a figura do cínico.

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  2. Não é a toa que Augusto Nunes foi, é e continuará sendo o grande exemplo do jornalismo brasileiro.
    Tenho 75 anos, Engenheiro, e desde há muitos anos procuro sempre ler as matérias que o ilustre Augusto produz. Um jornalismo fino, irônico, mas sempre preciso quando aponta sua pena aos energúmenos que pululam a nossa República.
    Parabéns, meu caro Augusto. Que Deus lhe proporcione uma longa vida e as azêmolas de plantão nunca lhe ceifem a verve.

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    • perfeito!!!

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    • Verdade. É incrível a forma textual.

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    • Todas noites assisto Pingos Nos IIS pela sua presença

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  3. Mais uma magistral coluna de Augusto Nunes – absolutely spot on!

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  4. Exato, Augusto. O STF na verdade vem apadrinhando – por incompetência (cadê o notório saber jurídico?) -, vaidade, megalomania, e interesses políticos, a derrocada da Governabilidade, brocando sistematicamente as iniciativas legítimas (donde a separação dos Poderes?) do Presidente legitimamente eleito, tudo com o conluio do excrescente Senado Federal, que faz ouvidos moucos à CPI do Judiciário e ao impeachment de ministros daquela Instituição que deveria ser o esteio do Estado Democrático. E a voz do sistema conspiratório é a grande mídia, não devendo ser esquecida também a sempiterna OAB, que tornou-se, na pessoa do seu canhestro Presidente, meramente, uma execrável agremiação partidária esquerdista e desbordada da sua deferência Constitucional. Em que nuvem ela se embuça agora, ao não protestar veementemente a favor das garantias constitucionais da cidadania?

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  5. Augusto Nunes lava a nossa alma, diz o que eu gostaria de dizer, me deixa feliz.

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  6. Concordo com a tese do pavão de Tatuí; só não com a santidade dos juízes em tempos não tão distantes. Em depoimento contrário, dou depoimento de um tio que era promotor em cidade perdida no Goiás das antigas. Reunido com o clã local, escutou de seus companheiros (não chamo de comparsas, porque meu tio morreu pobre e perdido nesse Brasil sem limite): o nosso adversário não tem defeito. Responda automática do meu tido promotor – única autoridade judicial na comarca- se não tem defeito, nos colocamos.

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  7. O Pavão de Tatuí é asqueroso.

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  8. Preciosas alcunhas: Pavão de Tatuí ou Rua Barbosa em compota.
    Só faltou acrescentar aquela criada pelo Dr. Saulo Ramos.

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  9. Preciosas alcunhas: Pavão de Tatuí ou Rui Barbosa em compota.
    Só faltou acrescentar aquela criada pelo Dr. Saulo Ramos.

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  10. Com todo respeito e franqueza, o articulista faltou com a verdade no trecho “tentou confiscar o celular do presidente”. Ora, o pedido foi de partidos políticos e o Ministro meramente fez o ato burocrático, processual, obrigatório (e que não encerrava nenhum juízo de mérito, mas sim um mero despacho) de encaminhar o processo para colher a opinião, o parecer do PGR. E depois deu por encerrada a questão NEGANDO andamento ao processo. Ora, Augusto, o Sr é um respeitado jornalista. Não precisa faltar com a verdade, ao afirmar que vossa “excelência” efetivamente “tentou confiscar o celular do presidente”. Isso é absoluta e factualmente FALSO. E olha que, no mais, concordo com praticamente tudo o que você escreveu. Só esse reparo é necessário. Muito necessário. A mentira não pode ter lugar no JORNALISMO.

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    • Sr. Guilherme Marques Veronese, quem fez o pedido de perícia do celular, não poderia te-lo feito e o juíz teria que arquivar o pedido, como provocação pediu manifestação da PGR, fingindo ser caminho natural da justiça quando não é.Portanto antes de chamar os outros de mentiroso informe-se melhor.

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    • Respeitar a opinião alheia sempre…..mas discordar é um direito…o que o nobre colunista está querendo dizer (e eu entendi muito bem ), é que o semi Deus ministro poderia simplesmente negar o pedido CLARAMENTE POLÍTICO e arquivar mas…..preferiu dar andamento pedindo um parecer sabidamente discordante para participar do joguinho político….atitude do tamanho do mesmo. Pequena…

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    • Guilherme,
      Não fale do que não entende…
      Só o fato dele encaminhar para parecer da PGR pedido de terceiros que não integram o processo é uma aberracao jurídica! E o objetivo é de constranger ilegalmente o Presidente!
      É dever do magistrado negar de plano pedidos claramente inadmissíveis, principalmente de quem não é parte legitimada para tanto!

      Parabéns Augusto Nunes, resumiu brilhantemente o que os brasileiros democratas pensam do STF e desse ministro que envergonha a nação e coloca a democracia de joelhos!

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    • Sem nenhum fundamento a sua objeção ao descrito pelo Augusto Nunes. E digo mais: os partidos que pediram o celular do Presidente, fizeram mal uso do tempo do judiciário. Fosse o excelentíssimo Celso de Mello um juiz de virtudes, não só indeferiria o pedido, mas adotaria medidas adicionais para, no mínimo, advertir esses partidos sobre o uso indevido da máquina judiciária.

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  11. É de lavar a alma, parabéns Augusto.

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  12. Augusto Nunes, obrigado por nos brindar, com sua brilhante perspicácia, num bem talhado texto que retrata com fidalguia o Ministro Celso de Melo na sua tresloucada saga de querer revogar a vontade de mais de 57 milhões de votantes que escolheu Jair Bolsonaro como presidente da República para governar a Nação Brasileira.

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  13. Como sempre, sua coluna não decepciona. Ao contrário. Parabéns!

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  14. Com o devido respeito ao Sr. Guilherme Marcos Veroneze o pedido de apreensão do celular do Presidente seria caso de indeferimento imediato e não enviar o assunto à Procuradoria. Não era caso de remete-lo à Procuradoria tão flagrante a ilegalidade. Ao enviar à Procuradoria, o ilustre ministro manteve o assunto à tona. Escrever que Augusto Nunes faltou com a verdade é afirmação que, no mínimo, é exagerada. Ademais, ainda que assim não fosse, o artigo aborda o tema com precisão. Noto na manifestação nenhuma crítica à suprema excelência.

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  15. Eu tenho a firme convicção de que que o “excelso” decano não suporta a ideia de que ele será substituído justamente por alguém indicado pelo atual Presidente da República. Daí ele moverá montanhas, se necessário for, para que isso não aconteça.

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    • Alguém fora do “sistema” pode causar grande estrago na egrégia corte….

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  16. Augusto Nunes e JR Guzzo pra falar só dos um pouco mais velhos, são sempre perfeitos e certeiros em seus textos. Oeste está de parabéns pela escolha de articulistas, todos ótimos. Agora vamos falar dos “excelsos”, tirem-lhes os assessores e escribas e verão os votos durarem no máximo 10 minutos.

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  17. Gosto dos teus comentários aqui e lá na tv. Vou te contar um segredo, só pra ti, escondido dos teus leitores. Eu também, na minha infância querida que os anos não trazem mais, conheci alguns juízes que eram rigorosos em receber visitas no Forum. Quando um profissional do Direito pediu para falar com ele, logo dizia: vá lá e fala com o Diretor de Secretaria e se ele entender que é urgente eu te atendo depois das audiências. Quando recebia o advogado e ouvia que que ele queria falar sobre um processo qualquer, o Juiz dizia que poderia ouvir, desde que a outra parte estivesse presente, um datilógrafo para digitar uma ata e depois ele despacharia. Claro que existiam exceções. Mas houve protestos e gritarias, mas ele manteve sua posição, inclusive respondendo algumas informações feitas por superiores. Ao final, subiu de instância e era persona non grata de muitos advogados. Era adorado pela comunidade e pelos alunos.

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  18. Caro Augusto,
    Como sempre, colocando muito bem os Pingos nos Is…
    Brilhante.
    Parabéns !

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  19. Servi o Judiciário catarinense como magistrado por quase 40 anos. Percorri as comarcas do interior do Estado com a minha família, e, por fim, por 21 anos, atuei no TJSC. Sei, por isso mesmo, como deve ou como não deve se portar um juiz digno do cargo e das altas funções que exerce. Sendo assim, Augusto Nunes, aplaudo-o pelo criativo e verídico artigo de sua lavra. Vivemos, de fato, tempos muito diferentes nos quais a deusa Themis se envergonharia de empunhar a balança e a espada, símbolos da justiça respeitável, equânime, sem cores e sem preferências.

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  20. Em geral no ocidente, estamos vivendo um período extremamente sombrio de judicialização da política e de ameaças diuturnas aos direitos de livre expressão e individuais conquistados com muito suor e sangue. Nos EUA, Reino Unido, Brasil só para citar algúns países os establishments esquerdistas de cunho totalitário vigentes (incluo as plataformas Google, Facebook, Twitter, Instagram) tentaram e tentam calar as vozes conservadores mas não conseguiram e não conseguirão. A Pandemia exarcerbou o viés totalitário do establishment esquerdista e no caso do Brasil especificamente o STF tornou-se a última esperança da cleptocracia esquerdista brasileira, depois das tentativas fracassadas da extrema imprensa e do legislativo populado por centenas de fichas sujas, de afrontar o povo brasileiro que mandatou o Jair Bolsonaro para tirar o Brasil da lama econômica e política.

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    • Nos meus tempos de menino, se algum pavão misterioso aparecesse onde fosse e viesse cantar de galo, tomaria uma estilingada no rabo e iria cantar noutra freguesia. Tá na hora de se mandar para o ostracismo!

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    • Acha-se um pavão, mas parece mesmo um morcego, rato vestido de toga

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  21. Acho que quando ele pronuncia “Pretório Excelso” seu inconsciente deve soprar aos ouvidos: “O Pretório Excelso sou eu!”, ou então “Pretório Excelso de Mello”.

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    • Texto genial e conteúdo incisivo. Só poderia sair do também genial Augusto Nunes

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  22. E quando o “Pavão “, aposentado, se descobrir um inútil!? Descobrir que nunca teve a tal importância que se deu, hein!?

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    • Dogo: “deu a si mesmo”, hein!?

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  23. Sagrado Coração de Jesus,não sou digno que entreis em minha casa,mas dizei-me uma só palavra e minha alma será salva.Na Venezuela não se faz comentários.Em Minniápolis se protesta.Eu rezo!Mas os comentários diminuíram …esse negócio de bater na porta de madrugada e revirar tua casa por uma opinião feita no sap,imagina na OESTE…Ai Jesus! Iluminai o Guzzo, o A.Nunes,o G.Fiúza e todos da OESTE …

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  24. Belo texto.

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  25. ADOREI O ARTIGO DO AUGUSTO. IMAGINAR CELSO DE MELO – PAVÃO DE TATUÍ – QUE PRA MIM, ESTÁ MAIS PARA -ABUTRE MAL CHEIROSO- SE PAVONEANDO NA SUA CAPA PRETA FEDORENTA DE TANTOS MAL FEITOS, COMO OS OUTROS 11 ABUTRES, É O CÚMULO DO GASTO MAL APLICADO DO CONTRIBUINTE… E PENSAR QUE PAGO IR PRA MANTER ISSOOOO 🤮🤮🤮‼️☠️👊☠️👊☠️👊

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  26. PARABÉNS AUGUSTO.

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  27. Correto Augusto, parabéns.

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  28. Grande Augusto, sempre fantástico nas suas colocações.
    Pavão de tatuí ficará na história kkkkkkk

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  29. O ostracismo poderá ser difícil para eles, mas isso não afasta de nós os nefastos efeitos de suas atitudes, motivadas, no mínimo, por sua vaidade inconsequente. Queira Deus que não haja além disso um dolo específico porque a destruição do Estado de Direito me parece que estar a um passo da consolidação.

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  30. Caro jornalista Augusto Nunes, o Pavão de Tatuí, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes et caterva , já deram um golpe no governo do presidente Jair Bolsonaro e vc e o pessoal dos pingos nos is ainda não perceberam. Bolsonaro e os generais covardemente aceitaram as injunções do STF e agora só com o artigo 142 para solucionar a grave situação. Não é pedir para ter babá de estimação como vc diz. Este golpe tem a participação do congresso(Rodrigo Maia e Alcolumbre), dos governadores ladrões, do FHC estadista de araque que vc ama, Lula, o governo chinês, através do embaixador em São Paulo. O protagonista é o STF. Veja a agressividade e a “coragem” do Pavão e do Alexandre de Moraes. Em cima da covardia dos generais eles estão avançando como faca em bolo. Esta é a verdade nua e crua e dita por grandes juristas. Leia isto não como uma admoestação ou pensamento de gênio. As evidências estão claras como a luz do sol.

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  31. Parabéns Augusto Nunes, sempre brilhante. Pavão de Tatui, é sensacional.

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  32. Esse texto parece mais um texto de inveja do que um texto crítico. Sem argumentos, sem dados, sem conhecimento, sem qualquer coisa. Li e fiquei mais desinformado do que antes. Não percam tempo lendo textos que, como este, se promovem a criticar jocosamente, sem propostas, sem dados, sem um porquê de existir, enfim, sem ideias.

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