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O que colunistas da ‘Revista Oeste’ pensam sobre a CoronaVac?

Notícia sobre a eficácia geral do imunizante defendido por João Doria é comentada por colaboradores da publicação digital

Notícia sobre a eficácia geral do imunizante defendido por João Doria é comentada por colaboradores da publicação digital

eficácia da coronavac - colunistas da revista oeste
Foto: Divulgação/Instituto Butantan

O Instituto Butantan divulgou na manhã desta terça-feira, 12, dados a respeito da eficácia geral da CoronaVac. Os 50,38% confirmados pelo órgão — abaixo dos números disseminados na última semana — repercutiram nas redes sociais, com pedidos de renúncia do governador de São Paulo, João Doria (PDSB). O tema também despertou o interesse de pelo menos três colunistas da Revista Oeste: Guilherme Fiuza, Rodrigo Constantino e Ana Paula Henkel.

Leia mais: “Covid-19: vacina Sputnik V deve ser produzida no Brasil”

Confira, abaixo, o que o trio tem a dizer sobre a eficácia geral da CoronaVac

  • Guilherme Fiuza

“Infelizmente, o Instituto Butantan e diversas outras instituições de referência estão com as suas credenciais manchadas por conduta política nesse processo. O Butantan foi responsável por boletins que davam os números exatos de vidas salvas pelo lockdown [implementado pelo] governo do Estado de São Paulo e da prefeitura de São Paulo. Falsa premissa e falso laudo. Aquilo nunca foi verificável, e continua não sendo […], então como você vai confiar num instituto desses? Vou desconfiar? Claro!”

  • Rodrigo Constantino

“Além disso tudo que o Fiuza já colocou, quero lembrar que esse número de 50,38% é bem suspeito. E todo mundo tem o direito de suspeitar, porque ele é o limite do limite para passar no critério técnico [da Anvisa]. E vindo lá de 100%, depois 78%, em torno de 60%. E agora chega a esse número mágico de 50,38%. Lembrando que postergaram por duas vezes as entregas para a Anvisa da fase 3 de pesquisa e ainda certos dados eles não disponibilizam, segundo o acordo de confidencialidade com a empresa chinesa que é acusada de propina e corrupção lá atrás. […] Até onde se sabe, é a vacina mais cara do mercado e a menos eficaz.”

  • Ana Paula Henkel

“Agora, uma das perguntas que ficam agora é: por que a pressa? Por que existiu a pressa diante de números tão pífios? Lembrando que a OMS questiona o uso de vacinas com eficácia abaixo de 50%. Ela não recomenda isso. Aí, essa CoronaVac tem alguma coisa pouco acima de 50%. É ‘cara ou coroa’, você não sabe se está protegido ou não. Por que a agressividade ao longo desses últimos meses todos em relação às pessoas que ousaram questionar a eficácia, a pressa, os contratos do governo de São Paulo com a China, os dados científicos da própria vacina.”

As afirmações de Fiuza, Constantino e Ana Paula sobre a CoronaVac foram feitas durante a edição desta terça-feira de Os Pingos nos Is, programa transmitido pela rede Jovem Pan.

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