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AGU defende o uso de R$ 1,6 bilhão da Lava Jato no combate ao coronavírus

O valor faz parte de um montante de R$ 2,6 bilhões desviados da Petrobras durante os governos do PT
DF - BOLSONARO-ALMOÇO-MINISTROS-PLANALTO - GERAL - Advogado geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça participa de almoço com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e demais autoridades no Palácio do Planalto em Brasília (DF), nesta quarta-feira (05). 05/02/2020 - Foto: FREDERICO BRASIL/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
DF - BOLSONARO-ALMOÇO-MINISTROS-PLANALTO - GERAL - Advogado geral da União, André Luiz de Almeida Mendonça participa de almoço com o presidente Jair Bolsonaro, ministros e demais autoridades no Palácio do Planalto em Brasília (DF), nesta quarta-feira (05). 05/02/2020 - Foto: FREDERICO BRASIL/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O valor faz parte de um montante de R$ 2,6 bilhões desviados da Petrobras durante os governos do PT

No último sábado, dia 21, a Advocacia-Geral da União (AGU) concordou em que R$ 1,6 bilhão do dinheiro recuperado pela operação Lava Jato seja usado em ações de combate ao coronavírus. A decisão é um aval ao parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) enviado ao Supremo Tribunal Federal na semana passada.

“Tendo em vista a grave situação de saúde pública e a essencialidade da destinação de recursos para o custeio de medidas de enfrentamento da pandemia na proteção da coletividade, o advogado-geral da União manifesta sua concordância com a proposta formulada”, escreveu André Mendonça, titular da AGU.

O valor faz parte de um montante de R$ 2,6 bilhões recuperados pela força-tarefa da Lava Jato, quantia que havia sido desviada da Petrobras durante os governos do PT. Na semana passada, o procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu a ideia de que parte dele deveria ir para a saúde.

“Esse cenário exige que ações emergenciais e extraordinárias sejam adotadas com o fim não apenas de conter a propagação e o contágio do vírus, mas também de cuidar dos doentes e públicos prioritários”, argumentou o chefe da PGR.

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