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Bia Kicis vê Congresso ‘de joelhos’ para o STF

Deputada também disse que 'está na hora dos conservadores terem a ousadia dos canalhas'

Deputada também disse que ‘está na hora de os conservadores terem a ousadia dos canalhas’

Bia Kicis
Deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) | Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) disse que é “muito preocupante” ver o Congresso Nacional “de joelhos” para o Supremo Tribunal Federal.

Em entrevista a Oeste, ela afirmou que, muitas vezes, a imunidade parlamentar está sendo violada.

“Primeiro, o Parlamento ficou anos de joelhos para o Executivo: Mensalão, Petrolão, de joelhos, comprado, uma vergonha. E agora de joelhos para o Supremo, que avança e desrespeita a gente e os parlamentares não fazem nada”, afirma.

Leia mais: “Bia Kicis condena ativismo judicial e progressismo no STF”

Segundo a deputada, os conservadores são mais retraídos e estão acostumados a “viver sua vida e cuidar de sua família”.

“‘Está na hora de os conservadores terem a ousadia dos canalhas, porque estamos sendo tratorados por eles. Não adianta a gente ficar cuidando só de nossa família, porque eles estão avançando para destruí-las”, disse Bia Kicis.

A deputada afirma que a população precisa votar em pessoas que têm coragem de defender as causas em que acreditam.

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10 comentários

  1. Antes é necessário que o voto seja real. Ninguém sabe em quem votou para deputado com o sistema atual. Voto distrital urgente!!!

    1. Lamento discordar. O sue falta não é coragem ou a ousadia dos canalhas. E sim DIGNIDADE. Os Senadores estão de joelhos porque tem Processos contra eles – por improbidade – correndo no STF e viraram REFENS dos Sinistros, que agora fazem o que querem. Precisamos é LIMPAR o Congresso, nas próximas eleições. Mas, para isso, o POVO tem que deixar de ser cagão é omisso e VOLTAR ÀS RUAS. Político só respeita o povo em véspera de eleição.

    2. Bia Kicis talvez tenha que fazer – um pouco menos, ou por igual, não sei – o mea culpa, assim como todos os deputados (os que ficaram, naturalmente) que se elegeram na onda Jair Bolsonaro. E sem excluir o sr. Eduardo Bolsonaro. Do Flávio, que é senador, nem espero nada, porque, com causa ou sem causa, já assumiu o mandato apequenado, e nem suplente que presta tem.

      Para alguns deputados eu, que não sou ninguém, modestamente tuitei, após as eleições de 2018 e no início de 2019 instando a que assumissem a posição de liderança que lhes cabia para organizar a militância que pulava em todos os lugares e era facilmente localizada nas redes.

      É certo que no Parlamento há muito trabalho, mas a guerra não é só no Parlamento – e nas redes sociais, of course.
      Eu não sei porque razão, mas a verdade é que esses senhores e senhoras se omitiram. Foco no Parlamento? Ok, mas essa gente, que foi eleita pra isso, tinham uma missão que transcendia isso em milhares de vezes: a missão era gastar-se, esbugalhar-se, secar pela causa, estar, os que sobraram, em todos os lugares todo o tempo. Em vez disso o que ocorreu? Incapacidade? Estrelismo? Vaidade? Temor à sombra? Carreirismo?

      Há poucos dias alguém bradava que era urgente que os conservadores se aglutinassem para as eleições municipais, especialmente para eleger um bom número de vereadores. Agora? Urgente? Urgente era há dois anos! Agora é só um ato de desespero. A sova que a esquerda (que generalizadamente escondeu o vermelho e o nome de seus partidos nos armários e baús) vai nos dar tomara que, pela misericórdia de Deus, não seja grande demais. E pensar que, no Brasil inteiro, abundava gente esperando ser convocada não só pra manifestação (que nem isso tem mais) mas para uma missão, pequena ou maiorzinha ou grandinha, do tamanho de cada capacidade e possibilidade, que fosse útil à causa conservadora e ao país.

      E a falta de fogo, chama, liga, amálgama, ação, liderança foi deixando milhares e milhares de soldados inflamados de amor à pátria andarem a esmo, sem meta, sem rumo, esfriando o coração, embaçando a mente, amolecendo a coragem e o ímpeto, obnubilando a causa – e até atirando uns nos outros .

      Eram para ser generais de cruzados esses senhores e essas senhoras eleitos – e se tornaram oficiais de gabinete. Vocês, senhores e senhoras deputados conservadores, bolsonaristas, se acomodaram nas suas funções parlamentares. Estão devagar, quase parando.Se estão pensando que a mesma estratégia vai funcionar em 2022, estão enganados. A esquerdalha e seus cúmplices não param, os demônios conspiram noite e dia, o inimigo não dorme – e são legião!

  2. É necessário que tenha mais deputadas com coragem e respeito aos princípios.
    É os deputado que se dizem Homens,esta na hora de
    mostrar porque tem culhões e deixar de serem bajuladores do STF,Executivo, Maia e Alcolumbre
    Os Senhores foi eleito para cumprir com seu papel
    de legislar, não foi eleito para bajular ninguém o
    STF Precisa de alguem que os enfrente com o rigor
    da Constituição.
    Parabens Bia Kicis.

    1. Isso está claro. Os parlamentares (mesmo com ressalvas), são representantes do povo, foram eleitos para nos representar e não nos colocar em situação de vexame e de profunda insatisfação, porcentagem de suas questões particulares. Não adianta atirar flores em quem nos quer arruinar. A hora é de luta justa, porém implacável com os inimigos.

  3. Raramente se discorda das palavras de politicos em véspera de eleição! Depois, ai dos eleitores…o q mais acontece é a TRAIÇÃO às promessas e mudança do coletivo p SEUS PROPRIOS INTERESSES.

    Piada 1: 3 poderes “independentes”
    Piada 2: 2 poderes tem seus membros eleitos, que indicam os membros do terceiro poder, o qual irá julga-los.

    CHEGA!!!!

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