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Boris Johnson: não há razões para crer que nova cepa seja mais perigosa

Diretor-geral da OMS também afirmou que não há indícios de que a variante de coronavírus identificada no Reino Unido doença mais severa

Diretor-geral da OMS também afirmou que não há indícios de que a variante de coronavírus identificada no Reino Unido cause doença mais severa

Boris Johnson
Primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson | Foto: Reprodução/YouTube

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, afirmou que não há razões para acreditar que a nova cepa do coronavírus descoberta no país seja mais “perigosa” que as já existentes, embora provavelmente seja mais transmissível.

O premiê comentou que entende a preocupação de outros governos com a mutação, que levou muitos deles a proibir voos vindos do país.

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“Fomos rápidos ao agir para frear a disseminação da nova variante do vírus”, garantiu, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 21.

Johnson revelou que conversou por telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, com quem concordou em continuar coordenando a resposta à pandemia.

O líder britânico acrescentou que a variante do vírus não afetou a logística de distribuição da vacina. Segundo ele, já foram entregues mais de 500 mil doses do imunizante.

OMS

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom, afirmou hoje que não há indícios de que as variantes de coronavírus identificadas no Reino Unido e na África do Sul causem doença mais severa.

“Vírus mudam o tempo todo, isso é normal”, comentou, referindo-se às mutações.

De acordo com Tedros, a OMS está trabalhando com cientistas para entender como as mutações afetam o vírus.

Com informações do Estadão Conteúdo

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