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Fux critica judicialização e diz que STF é acionado até em ‘questões regionais mínimas’

Presidente do Supremo disse ser contra partidos políticos perderem no Congresso e, depois, irem ao Judiciário para "tentar virar o jogo"
Presidente do Supremo, Luiz Fux | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
Presidente do Supremo, Luiz Fux | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Presidente do Supremo afirma ser contrário a partidos políticos perderem no Congresso e, depois, irem ao Judiciário para “tentar virar o jogo”

Luiz Fux
Presidente do Supremo, Luiz Fux | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, criticou nesta segunda-feira, 9, o fato de a Corte ser acionada até para se pronunciar sobre  “questões regionais mínimas”.

O ministro classificou de “moléstia” a judicialização frequente que ocorre no Brasil e disse que o “protagonismo judicial” fez muito mal ao Supremo.

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“A judicialização da política é uma ideia de que o Supremo intervém na política. Não, o Supremo não pode intervir na política. A política é necessária, e, em um Estado Democrático de Direito, a instância maior é o Parlamento”, disse o ministro em palestra na seção Rio da ABF (Associação Brasileira de Franchising).

Ele disse ser contrário a partidos políticos perderem no Congresso e, depois, irem ao Judiciário para “tentar virar o jogo”.

Fux garantiu que no “sentimento constitucional do povo consciente” não se justifica que uma pessoa investigada, denunciada e condenada não seja presa em segunda instância: “Isso não foi uma paixão passageira”.

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