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Mourão alega que dossiê dos ‘antifas’ é ‘Defesa do Estado’

A existência do relatório foi admitida pelo ministro da Justiça, André Mendonça, no último dia 7
Vice-presidente  Hamilton Mourão foi questionado sobre o dossiê | Foto: Cláudio Marques/Estadão Conteúdo
Vice-presidente Hamilton Mourão foi questionado sobre o dossiê | Foto: Cláudio Marques/Estadão Conteúdo

A existência do relatório foi admitida pelo ministro da Justiça, André Mendonça, no último dia 7

Vice-presidente Hamilton Mourão foi questionado sobre o dossiê | Foto: Cláudio Marques/Estadão Conteúdo

O vice-presidente, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira, 14, que o dossiê de servidores envolvidos no movimento antifascista é uma “defesa do Estado”. A existência do relatório foi admitida pelo ministro da Justiça, André Mendonça, no último dia 7.

“Isso é defesa do Estado, é defesa do Estado. Quando houve caso do Decotelli [ministro da Educação que deixou o cargo após polêmicas no currículo], como é que, vamos dizer assim, que a Abin ia descobrir que o dossiê do Decotelli era fake? Teria que aprofundar a vida dele”, disse Mourão.

De acordo com o Portal UOL, o ministério fez um relatório sigiloso sobre mais de 500 servidores públicos identificados como integrantes do movimento antifascismo e opositores do governo Jair Bolsonaro. Agora, o documento está em análise pelo Congresso Nacional. Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar uma ação sobre o caso.

 

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