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Aras assina portaria para compartilhamento de dados do MPF

Documento deve simplificar o trabalho dos agentes, segundo a PGR
O procurador-geral da República, Augusto Aras, diz querer tornar as investigações mais 'céleres'
O procurador-geral da República, Augusto Aras, diz querer tornar as investigações mais 'céleres' | Foto: José Cruz/Agência Brasil

Uma portaria assinada sexta-feira 8 pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, facilita o compartilhamento interno de informações no âmbito do Ministério Público Federal (MPF), inclusive os dados sigilosos levantados pelas forças-tarefa da Operação Lava Jato.

Esta é a primeira vez que a Procuradoria-Geral da República (PGR) regulamenta o recebimento, armazenamento e compartilhamento de dados obtidos por procuradores, tema que se tornou alvo de discórdia entre a cúpula da instituição e procuradores de Curitiba.

De acordo com a PGR, a portaria “deve simplificar o trabalho dos membros do MPF, possibilitando uma atuação mais célere e efetiva nas investigações, e otimizar a gestão do conhecimento dos dados recebidos pela instituição”.

A Procuradoria observa que dados recebidos pelo MPF por meio de decisão judicial somente poderão ser compartilhados com aval da Justiça, exceto no caso de informações ou provas já tornadas públicas mediante decisões da Justiça

Leia também: “PGR renova forças-tarefas da Lava Jato”

Com informações do Terra

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2 comentários

  1. Combato qualquer tipo de corrupção ou malversação de recursos públicos, portanto insisto que todos os registros contidos nas forças tarefas sejam compartilhados com o MPF, até para que não exista seletividade de corruptos. Não é aceitável que os dados sigilosos de uma força tarefa, vazem para a imprensa, mas não podem ser conhecidos pelo PGR. É portanto o que critico nas atuações dos procuradores de Curitiba, a pouca transparência dos mais de 30 mil registros de movimentações atípicas e somente a criminalização de alguns politicamente interessantes. Alguém do MPF já procurou investigar como foram concedidas as imorais e algumas ilegais indenizações milionárias a alguns privilegiados anistiados políticos?. Quanta rachadinha deve ter havido e quantos malfeitores ficaram protegidos?. Estou desatualizado mais já devemos ter gasto mais de R$ 16 bi com essa BOLSA DITADURA. Penso que Augusto Nunes, poderia nos oferecer importante matéria atualizada, com os principais bravos brasileiros e suas respectivas fortunas recebidas do contribuinte brasileiro. Afinal, não teria havido “movimentações atípicas” dos responsáveis por essas concessão?

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