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Brics reconhecem candidatura do Brasil ao Conselho de Segurança da ONU em 2022

Brics reconhecem candidatura do Brasil ao Conselho de Segurança da ONU em 2022
(Brasília - DF, 17/11/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante reunião da XII Cúpula de Líderes do BRICS (videoconferência).
Foto: Marcos Corrêa/PR
(Brasília - DF, 17/11/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante reunião da XII Cúpula de Líderes do BRICS (videoconferência). Foto: Marcos Corrêa/PR

Organismo é formado por 5 vagas permanentes e 10 rotativas

No centro, da esquerda para a direita: ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, presidente Jair Bolsonaro e ministro da Economia, Paulo Guedes, durante reunião do Brics por videoconferência | Foto: Marcos Corrêa/PR

Ontem, terça-feira 17, os países-membros do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, reconheceram a candidatura brasileira para uma vaga rotativa no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) que pode ser ocupada em 2022 e 2023. “Reconhecemos a candidatura do Brasil como membro do Conselho de Segurança para o biênio 2022-2023”, informa a declaração conjunta da 12ª cúpula da entidade, realizada virtualmente.

Criado em 1946, como uma resposta à 2ª Guerra Mundial, o Conselho de Segurança da ONU é formado por cinco vagas permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, Inglaterra e França) e dez rotativas (atualmente preenchidas por África do Sul, Alemanha, Bélgica, Estônia, Indonésia, Níger, República Dominicana, São Vicente e Granada, Tunísia e Vietnã).

O Brasil se elegeu pela última vez em 2010 e desde então o país não apresentava uma nova candidatura.

Leia também: “Bolsonaro defende reformar organismos internacionais”

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3 comentários

  1. Prezado Artur Piva. As vagas “rotativas” também podem ser chamadas de “decorativas” e toda diplomacia do munda sabe disso. Eles vão lá, hospedam-se em hotéis luxuosos, tomam um bom vinho , almoçam em restaurantes caros e em alguns caso até alugam um apartamentozinho para morar devido ao cargo. Depois de demoradas e burocráticas reuniões os “rotativos” apresentam seus votos lidos em sessões muitas vezes secretas e deixam lá suas marcas e suas demonstrações de participação nos processos do Conselho. No dia seguinte os membros fixos do Conselho , vão lá e simplesmente VETAM . É assim que funciona. Quem tem poder de veto é quem tem poder econômico e militar. Alguém realmente acredita que países como Indonésia, Níger, República Dominicana, São Vicente e Granada, Tunísia e Vietnã podem ter votos ratificados pelos membros permanentes? Claro que não. Quem aplicar uma sansão – por exemplo- contra a República Islâmica do Irã não pode depender de seu petróleo nem tão pouco ser um grande exportador de milho em grãos, soja em grãos, carne bovina, açúcar em bruto, farelo de soja, chassis com motor para automóveis para esse país Islâmico sabendo que poderá sofrer com represálias por parte deles dificultando mais ainda nossa balança comercial e gerando aqui mais desemprego. Portanto, devagar com o andor que esse santo brasileiro é de barro. Muito barro. Os BRICs apoiam porque sabem disso!

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