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Covidão: Operação Oxigênio prende ex-secretário da Casa Civil de SC

Governo de Santa Catarina pagou antecipadamente R$ 33 milhões pelos equipamentos. Força-tarefa investiga crimes contra administração pública
Governo Federal investiu até mesmo na manutenção de respiradores | Foto: Divulgação
Governo Federal investiu até mesmo na manutenção de respiradores | Foto: Divulgação

De acordo com a investigação da Operação Oxigênio, o governo de Santa Catarina pagou antecipadamente R$ 33 milhões pelos equipamentos

Operação oxigênio
Operação investiga superfaturamento na compra de respiradores | Foto: Divulgação

O ex-secretário da Casa Civil do governo de Santa Catarina, Douglas Borba, foi preso preventivamente na manhã deste sábado, 6, durante a segunda fase da Operação Oxigênio que investiga desvios de recursos públicos na aquisição emergencial de respiradores, utilizados no tratamento ao coronavírus.

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A operação foi realizada em três Estados: Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. A força-tarefa apura crimes contra administração pública em processo de dispensa de licitação para aquisição emergencial de 200 ventiladores ao custo de R$ 33 milhões. Os produtos foram pagos de forma antecipada pelo governo de Santa Catarina. Entretanto, não foram exigidas garantias ou demais cautelas quanto a verificação da idoneidade e da capacidade técnica da empresa vencedora do certame. Segundo o Ministério Público, houve descumprimento da entrega dos referidos equipamentos.

A força-tarefa é composta pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e pela Polícia Civil. A operação policial foi realizada em cinco cidades dos três Estados. Na primeira fase da investigação, a força-tarefa constatou que a empresa carioca Veigamed teve lucro de 100% na transação de venda dos 200 respiradores ao governo estadual, hoje comandado por Carlos Moisés (PSL). Ainda assim, a empresa apresentou dificuldades em entregar os equipamentos nos prazos determinados.

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3 comentários

  1. Depois de todas as prisões da lava jato isso ainda continua s acontecer. Cara de pau ou o que? Ser a que a sensação de impunidade voltou a predominar?

    1. Não esperavam que Bolsonaro determinasse a CGU uma investigação minuciosa, de como os bilhões liberados estão sendo usados. Moro disse que Bolsonaro não queria combater a corrupção, imagine se quisesse!

  2. Com fé em Deus, todos serão pegos nas falcatruas. “Governadores”, “prefeitos” e empresários larápios. Imagino o Edinho Silva, “prefeito” de Araraquara -SP. Deve estar se borrando todo.

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