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Desoneração da folha virá por novo imposto ou aumento da base de arrecadação

Assessora de Guedes diz que não há muitas opções para desonerar a folha. "Vamos ter que avançar discutindo nova base ou criação de tributos"
Assessora especial do Ministério da Economia para a reforma tributária, Vanessa Canado diz que desoneração vem por da base arrecadatória ou por aumento de tributo | Foto: YouTube/Divulgação
Assessora especial do Ministério da Economia para a reforma tributária, Vanessa Canado diz que desoneração vem por da base arrecadatória ou por aumento de tributo | Foto: YouTube/Divulgação

Assessora de Guedes diz que não há muitas opções para desonerar a folha. “Vamos ter que avançar discutindo nova base ou criação de tributos”

Assessora especial do Ministério da Economia para a reforma tributária, Vanessa Canado diz que desoneração vem por nova base arrecadatória ou por aumento de tributo | Foto: YouTube/Divulgação

A equipe econômica não abre mão de desonerar a folha de pagamento. E alerta que, para tornar isso viável, vai ter que ampliar a base de arrecadação já existente ou criar um novo tributo. O recado, um claro apelo pela criação do tributo sobre transações digitais, foi feito pela assessora especial do Ministério da Economia para a reforma tributária, Vanessa Canado.

Em reunião com empresários do setor de serviços, Canado avisou que não há muitas opções para reduzir os impactos de uma reforma tributária ao setor terciário. “Não temos outro caminho da desoneração sem mexer na receita ou na despesa. Não tem segredo, vamos ter que avançar discutindo nova base [de arrecadação] ou criação de tributos”, avisou.

O recado vale, sobretudo, ao se debater a redução de carga tributária, ainda que em 10 anos, como sugerem as propostas em discussão no Congresso. A equipe econômica discute, ainda, se propõe a criação de um imposto sobre transações digitais com uma base mais ampla, o que poderia reduzir a alíquota, ou uma alíquota maior com uma base menor.

O relator da reforma tributária, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), não citou o polêmico tributo sobre transações digitais, mas defendeu o debate. “Vamos fazer esse debate da forma mais franca possível, construindo o que for o melhor para o Brasil”, sustentou.

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