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Governo de SP planeja shopping, hotel e arena no Complexo do Ibirapuera

Conselho do patrimônio histórico rejeitou a abertura de um processo de tombamento do local, o que abre espaço para a concessão

Conselho do patrimônio histórico rejeitou a abertura de um processo de tombamento do local, o que abre espaço para a concessão

Ibirapuera
Projeto do Complexo do Ibirapuera | Foto: Reprodução/Governo do Estado de São Paulo

O governo do Estado de São Paulo planeja conceder o Complexo do Ibirapuera para a iniciativa privada. O concessionário deve ser escolhido em fevereiro de 2021.

Na segunda-feira, 30, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico rejeitou a abertura de um processo de tombamento do local, o que abre espaço para a concessão.

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O complexo tem uma área total de 105 mil metros quadrado e é composto por dois ginásios, um estádio e um conjunto aquático, além das quadras de tênis e do prédio administrativo.

O governo de São Paulo garante que a principal função do espaço, a esportiva, será mantida.

No plano, todas essas estruturas passariam por um processo de “renovação” e “reciclagem tecnológica” e deve haver um investimento mínimo de R$ 220 milhões.

Seria construído um centro comercial focado em entretenimento e gastronomia. Segundo o Relatório de Modelagem Econômico Financeira, R$ 93 milhões seriam gastos para a transformação do ginásio em um “shopping”.

No lugar do estádio seria construída uma arena multiuso para eventos esportivos e culturais.

Três edifícios surgiriam no lugar do conjunto aquático: um apart hotel, um hotel e uma torre corporativa. Além disso, a área também teria espaço para um shopping a céu aberto.

O restante do complexo seria tomado por quatro quadras poliesportivas descobertas e uma pista de skate street.

Com informações do Estadão Conteúdo

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