{"id":101696,"date":"2026-03-31T13:45:00","date_gmt":"2026-03-31T16:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=101696"},"modified":"2026-03-30T18:44:23","modified_gmt":"2026-03-30T21:44:23","slug":"a-especie-mais-antiga-de-anfibio-herbivoro-do-mundo-foi-descoberta-por-pesquisadores-da-ufpi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/a-especie-mais-antiga-de-anfibio-herbivoro-do-mundo-foi-descoberta-por-pesquisadores-da-ufpi\/","title":{"rendered":"A esp\u00e9cie mais antiga de anf\u00edbio herb\u00edvoro do mundo foi descoberta por pesquisadores da UFPI"},"content":{"rendered":"\n<p>Se algu\u00e9m te dissesse que um <strong>anf\u00edbio<\/strong> come plantas, a rea\u00e7\u00e3o natural seria de ceticismo. Praticamente todas as esp\u00e9cies do grupo, tanto f\u00f3sseis quanto as que vivem hoje, s\u00e3o carn\u00edvoras, sem exce\u00e7\u00e3o conhecida at\u00e9 agora. Foi exatamente essa regra que pesquisadores da <strong>Universidade Federal do Piau\u00ed (UFPI)<\/strong> derrubaram ao identificar a <strong>Tanyka amnicola<\/strong>, esp\u00e9cie in\u00e9dita de <strong>280 milh\u00f5es de anos<\/strong> com caracter\u00edsticas nunca registradas em nenhum representante do grupo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a Tanyka amnicola, o anf\u00edbio in\u00e9dito descoberto no Piau\u00ed e no Maranh\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A esp\u00e9cie foi batizada de <strong>Tanyka amnicola<\/strong>, nome que significa, em uma combina\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas antigas, \u201cmand\u00edbula que mora no rio\u201d, refer\u00eancia ao formato \u00fanico das estruturas bucais do animal e ao ambiente aqu\u00e1tico que habitava. <a href=\"https:\/\/www.ufpi.br\/ultimas-noticias-ufpi\/1107-destaques-ufpi\/66508-pesquisa-da-ufpi-descobre-nova-especie-de-anfibio-a-partir-de-fossil-com-tracos-ineditos-no-brasil\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>A descoberta foi publicada em 17 de mar\u00e7o de 2026 na revista cient\u00edfica Proceedings of the Royal Society B<\/strong><\/a>, um dos peri\u00f3dicos de ci\u00eancias naturais mais prestigiados do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Os f\u00f3sseis analisados consistem em <strong>nove mand\u00edbulas<\/strong>, coletadas entre <strong>2012 e 2023<\/strong> nos munic\u00edpios de <strong>Naz\u00e1ria (PI)<\/strong>, <strong>Timon (MA)<\/strong> e <strong>Pastos Bons (MA)<\/strong>, pr\u00f3ximos \u00e0 <strong>Floresta F\u00f3ssil do Rio Poty<\/strong>, em Teresina, regi\u00e3o de alto potencial paleontol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99209\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Tanyka_amnicola_feeding_202603260454.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A esp\u00e9cie foi batizada de Tanyka amnicola, nome que significa, em uma combina\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas antigas, \u201cmand\u00edbula que mora no rio\u201d, refer\u00eancia ao formato \u00fanico das estruturas bucais do animal e ao ambiente aqu\u00e1tico que habitava<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/25\/um-predador-da-america-do-norte-esta-se-instalando-ativamente-no-vale-de-chui-deslocando-os-moradores-locais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Um predador da Am\u00e9rica do Norte est\u00e1 se instalando ativamente no Vale de Chui, deslocando os moradores locais<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que um anf\u00edbio herb\u00edvoro \u00e9 uma descoberta sem precedentes na paleontologia?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/revistapesquisa.fapesp.br\/fosseis-revelam-anfibios-e-repteis-desconhecidos-no-nordeste-brasileiro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo a Revista Pesquisa FAPESP, que acompanhou as descobertas de anf\u00edbios e r\u00e9pteis no Nordeste brasileiro<\/strong><\/a>, a hip\u00f3tese de herbivoria na Tanyka amnicola se baseia diretamente na anatomia das mand\u00edbulas encontradas. As principais evid\u00eancias que sustentam a classifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Mand\u00edbula de formato irregular:<\/strong> estrutura incompat\u00edvel com a captura de presas vivas, padr\u00e3o universal entre os anf\u00edbios carn\u00edvoros conhecidos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dentes projetados lateralmente:<\/strong> configura\u00e7\u00e3o consistente com o processamento de material vegetal, n\u00e3o com a imobiliza\u00e7\u00e3o de presas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Classifica\u00e7\u00e3o como tetr\u00e1pode basal:<\/strong> vertebrado terrestre primitivo posicionado nos primeiros ramos da \u00e1rvore evolutiva dos tetr\u00e1podes, tornando a caracter\u00edstica ainda mais significativa para a ci\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 a primeira vez que encontramos evid\u00eancias de um anf\u00edbio f\u00f3ssil que poderia se alimentar de plantas\u201d, declarou o professor <strong>Juan Carlos Cisneros<\/strong>, da UFPI e l\u00edder da pesquisa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99207\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Fossil_jaw_with_202603260453.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mand\u00edbula de formato irregular: estrutura incompat\u00edvel com a captura de presas vivas, padr\u00e3o universal entre os anf\u00edbios carn\u00edvoros conhecidos<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a pesquisa que identificou o anf\u00edbio foi conduzida ao longo de mais de uma d\u00e9cada?<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo envolveu especialistas de institui\u00e7\u00f5es dos <strong>Estados Unidos<\/strong>, <strong>Argentina<\/strong>, <strong>Alemanha<\/strong>, <strong>\u00c1frica do Sul<\/strong> e <strong>Reino Unido<\/strong>, al\u00e9m de an\u00e1lises realizadas no <strong>Museu de Hist\u00f3ria Natural de Chicago<\/strong>. O car\u00e1ter internacional da pesquisa refor\u00e7a o peso cient\u00edfico da descoberta e posiciona a UFPI em um circuito global de paleontologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de <strong>mil f\u00f3sseis<\/strong> coletados na regi\u00e3o do <strong>Piau\u00ed<\/strong> e do <strong>Maranh\u00e3o<\/strong> est\u00e3o atualmente sob guarda da universidade. Para <strong>Cisneros<\/strong>, a Tanyka amnicola n\u00e3o \u00e9 um caso isolado: \u201cO territ\u00f3rio piauiense tem grande relev\u00e2ncia para novas pesquisas e pode revelar ainda mais informa\u00e7\u00f5es sobre a evolu\u00e7\u00e3o dos primeiros vertebrados terrestres.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Em fevereiro de 2026, a UFPI havia anunciado outra descoberta na mesma regi\u00e3o: os primeiros f\u00f3sseis de <strong>pelicossauros<\/strong> da Am\u00e9rica do Sul, tamb\u00e9m com cerca de 280 milh\u00f5es de anos. O canal <strong>TV Assembleia PI<\/strong>, com mais de <strong>147 mil inscritos<\/strong>, registrou a repercuss\u00e3o dessa descoberta e o que ela representa para a paleontologia mundial:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"982\" height=\"552\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yX01MxRScs0\" title=\"F\u00f3sseis de pelicossauros s\u00e3o encontrados no Piau\u00ed; material tem cerca de 280 milh\u00f5es de anos\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que explica a sequ\u00eancia de descobertas de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos no Piau\u00ed?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os achados recentes que consolidam o estado como refer\u00eancia mundial no <strong>Per\u00edodo Permiano<\/strong> se acumulam em ritmo acelerado. Conforme a UFPI, os principais registros incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tanyka amnicola (mar\u00e7o de 2026):<\/strong> primeiro anf\u00edbio herb\u00edvoro registrado na hist\u00f3ria da paleontologia, com mand\u00edbulas encontradas em tr\u00eas munic\u00edpios do PI e do MA.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pelicossauros (fevereiro de 2026):<\/strong> primeiros f\u00f3sseis desses animais encontrados na Am\u00e9rica do Sul, nos munic\u00edpios de <strong>Naz\u00e1ria<\/strong> e <strong>Palmeirais (PI)<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mais de mil f\u00f3sseis catalogados:<\/strong> acervo sob guarda da UFPI ainda em processo de an\u00e1lise, com novas descri\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies previstas para os pr\u00f3ximos anos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a Bacia do Parna\u00edba preservou animais primitivos por 280 milh\u00f5es de anos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Bacia do Parna\u00edba<\/strong>, que abrange o Piau\u00ed, o Maranh\u00e3o e estados vizinhos, preservou sedimentos do per\u00edodo em que todos os continentes ainda estavam unidos no supercontinente <strong>Pangeia<\/strong>. Essa condi\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica explica a presen\u00e7a de formas animais primitivas sem equivalente em outras regi\u00f5es do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de solo favor\u00e1vel \u00e0 fossiliza\u00e7\u00e3o, isolamento geogr\u00e1fico hist\u00f3rico e d\u00e9cadas de pesquisa acumulada cria condi\u00e7\u00f5es raras para que esp\u00e9cies como a <strong>Tanyka amnicola<\/strong> continuem emergindo do subsolo nordestino.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99208\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Paleontological_excavation_revea\u2026_202603260454.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A combina\u00e7\u00e3o de solo favor\u00e1vel \u00e0 fossiliza\u00e7\u00e3o, isolamento geogr\u00e1fico hist\u00f3rico e d\u00e9cadas de pesquisa acumulada cria condi\u00e7\u00f5es raras para que esp\u00e9cies como a Tanyka amnicola continuem emergindo do subsolo nordestino<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Tanyka amnicola prova que a evolu\u00e7\u00e3o guarda exce\u00e7\u00f5es que ainda n\u00e3o conhecemos<\/h2>\n\n\n\n<p>A identifica\u00e7\u00e3o desse anf\u00edbio n\u00e3o \u00e9 apenas uma adi\u00e7\u00e3o ao cat\u00e1logo de esp\u00e9cies extintas. \u00c9 a prova de que padr\u00f5es considerados universais nos grupos animais podem ter exce\u00e7\u00f5es enterradas h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos, esperando por uma campanha de campo no interior do <strong>Nordeste<\/strong> para virem \u00e0 tona.<\/p>\n\n\n\n<p>Com mais de mil f\u00f3sseis ainda sob an\u00e1lise e uma bacia sedimentar que cobre milhares de quil\u00f4metros quadrados, o <strong>Piau\u00ed<\/strong> promete revelar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas cap\u00edtulos da hist\u00f3ria da vida na Terra que nenhuma outra regi\u00e3o do mundo tem condi\u00e7\u00f5es de oferecer.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se algu\u00e9m te dissesse que um anf\u00edbio come plantas, a rea\u00e7\u00e3o natural seria de ceticismo. Praticamente todas as esp\u00e9cies do grupo, tanto f\u00f3sseis quanto as que vivem hoje, s\u00e3o carn\u00edvoras, sem exce\u00e7\u00e3o conhecida at\u00e9 agora. Foi exatamente essa regra que pesquisadores da Universidade Federal do Piau\u00ed (UFPI) derrubaram ao identificar a Tanyka amnicola, esp\u00e9cie in\u00e9dita [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":101703,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"anf\u00edbio","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"Um anf\u00edbio de 280 milh\u00f5es de anos encontrado no Piau\u00ed comia plantas, algo nunca visto no grupo. 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