{"id":101723,"date":"2026-03-31T21:15:00","date_gmt":"2026-04-01T00:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=101723"},"modified":"2026-03-30T19:06:31","modified_gmt":"2026-03-30T22:06:31","slug":"o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/","title":{"rendered":"O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA"},"content":{"rendered":"\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 se imaginou vivendo gera\u00e7\u00f5es inteiras em <strong>cavernas<\/strong> fechadas para o resto do mundo? Essa foi a realidade revelada por uma descoberta arqueol\u00f3gica na regi\u00e3o de <strong>Burgos<\/strong>, na <strong>Espanha<\/strong>, onde o complexo de <strong>Las Gobas<\/strong> abrigou uma popula\u00e7\u00e3o medieval por mais de <strong>500 anos<\/strong> sob condi\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia extremas, deixando marcas que os cientistas encontraram gravadas diretamente no DNA dos habitantes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como as cavernas de Las Gobas abrigaram uma sociedade isolada por cinco s\u00e9culos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores encontraram os restos mortais de uma comunidade medieval que viveu entalhada em rochas entre o <strong>s\u00e9culo VI<\/strong> e o <strong>s\u00e9culo XI<\/strong>. O local funcionava tanto como moradia quanto como centro religioso, marcando um longo per\u00edodo de ocupa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. As escava\u00e7\u00f5es trouxeram \u00e0 tona os ossos de <strong>33 indiv\u00edduos<\/strong>, permitindo uma an\u00e1lise detalhada de como essas pessoas sobreviviam no dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p>As habita\u00e7\u00f5es eram todas escavadas na rocha de forma completamente artificial, e a comunidade se manteve apartada do restante do mundo por v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es consecutivas. Os espa\u00e7os apertados serviam simultaneamente para moradia e culto religioso, enquanto a dieta e o cotidiano refletiam condi\u00e7\u00f5es duramente adversas para qualquer padr\u00e3o da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99671\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hands_cleaning_ancient_202603270113.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os pesquisadores encontraram os restos mortais de uma comunidade medieval que viveu entalhada em rochas entre o s\u00e9culo VI e o s\u00e9culo XI<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/01\/12\/a-descoberta-arqueologica-recente-que-prova-que-o-brasil-ja-era-gigante-antes-de-1500\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A descoberta arqueol\u00f3gica recente que prova que o Brasil j\u00e1 era gigante antes de 1500<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que o DNA revelou sobre a consanguinidade nessas cavernas medievais?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.adp8625\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo estudo publicado na revista Science Advances<\/strong><\/a>, as an\u00e1lises de DNA confirmaram que <strong>61% das amostras gen\u00f4micas<\/strong> apresentavam sinais claros de endogamia. Isso significa que casamentos entre parentes pr\u00f3ximos eram a regra, mantendo a popula\u00e7\u00e3o completamente fechada ao longo das gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O pesquisador <strong>Ricardo Rodr\u00edguez Varela<\/strong>, da <strong>Universidade de Estocolmo<\/strong>, destacou a aus\u00eancia de tra\u00e7os gen\u00e9ticos do norte da <strong>\u00c1frica<\/strong> e do <strong>Oriente M\u00e9dio<\/strong> nas amostras, evidenciando que o grupo n\u00e3o foi afetado pela conquista isl\u00e2mica que ocorria ao redor. Para aprofundar o entendimento sobre as ra\u00edzes gen\u00e9ticas desse grupo, o canal <strong>BBC News Brasil<\/strong>, com mais de <strong>4,82 milh\u00f5es de inscritos<\/strong>, detalhou visualmente as evid\u00eancias de isolamento encontradas pelos arque\u00f3logos:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"967\" height=\"544\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/J21_l50gaM0\" title=\"A curiosa comunidade crist\u00e3 que vivia em cavernas na Espanha na Idade M\u00e9dia\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais marcas de viol\u00eancia os arque\u00f3logos encontraram nos esqueletos de Burgos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar do isolamento quase total, a rotina nas <strong>cavernas<\/strong> passava longe de ser pac\u00edfica. Os pesquisadores identificaram fraturas e marcas penetrantes nos esqueletos, les\u00f5es t\u00edpicas de golpes de espada. Dois homens geneticamente aparentados sofreram ferimentos profundos na regi\u00e3o da cabe\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Um desses moradores chegou a sobreviver por um per\u00edodo consider\u00e1vel com uma l\u00e2mina que havia perfurado o cr\u00e2nio. Como esses ferimentos ocorreram antes da chegada dos mu\u00e7ulmanos \u00e0 <strong>Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<\/strong>, os especialistas concluem que os combates aconteciam internamente ou contra grupos crist\u00e3os vizinhos, indicando que a viol\u00eancia era parte frequente da rotina de defesa do territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99673\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Archaeologist_analyzing_skull_202603270114.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os respons\u00e1veis pela descoberta identificaram fraturas e marcas penetrantes nos esqueletos, les\u00f5es t\u00edpicas causadas por golpes de espada<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como doen\u00e7as chegaram a uma comunidade t\u00e3o fechada nas cavernas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Viver isolado nas pedras n\u00e3o protegeu os moradores das piores pragas que circulavam na <strong>Europa medieval<\/strong>. <a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2024-08-reveals-isolation-endogamy-pathogens-early.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Conforme relat\u00f3rios cient\u00edficos detalhados sobre o genoma local<\/strong><\/a>, a popula\u00e7\u00e3o foi atingida pelo v\u00edrus da <strong>var\u00edola<\/strong> e pela bact\u00e9ria <strong>Erysipelothrix rhusiopathiae<\/strong>. O professor <strong>Anders G\u00f6therstr\u00f6m<\/strong> destacou que o uso de tecnologia arqueogen\u00e9tica de ponta foi essencial para mapear o hist\u00f3rico de sa\u00fade dessas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o encontrou caminhos distintos para invadir o pequeno vilarejo subterr\u00e2neo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O contato cont\u00ednuo com <strong>animais dom\u00e9sticos<\/strong>, sobretudo su\u00ednos, transmitiu graves infec\u00e7\u00f5es de pele.<\/li>\n\n\n\n<li>A ingest\u00e3o de carne ou \u00e1gua contaminada gerou o cont\u00e1gio por <strong>Yersinia enterocolitica<\/strong> na comunidade.<\/li>\n\n\n\n<li>O tr\u00e2nsito de peregrinos pelo <strong>Caminho de Santiago<\/strong> facilitou a entrada da var\u00edola diretamente das rotas europeias.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a comunidade abandonou as cavernas de Las Gobas no s\u00e9culo X?<\/h2>\n\n\n\n<p>A transi\u00e7\u00e3o de <strong>Las Gobas<\/strong> come\u00e7ou gradualmente no <strong>s\u00e9culo X<\/strong>, quando a maioria dos habitantes deixou o interior das pedras para fundar um vilarejo rural pr\u00f3ximo. A Igreja e os espa\u00e7os subterr\u00e2neos passaram a ser usados apenas como necr\u00f3pole, onde os mortos eram sepultados no mesmo ambiente que antes servia de casa.<\/p>\n\n\n\n<p>O desgaste causado por epidemias seguidas, a escassez de recursos b\u00e1sicos e a press\u00e3o externa for\u00e7aram essa mudan\u00e7a. A transforma\u00e7\u00e3o das antigas salas de estar em t\u00famulos ilustra como a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o humana esbarra em limites biol\u00f3gicos que nenhum isolamento consegue contornar indefinidamente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99674\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/First-person_holding_artifact_202603270115.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O tr\u00e2nsito constante de peregrinos pelo Caminho de Santiago facilitou a entrada da var\u00edola direto das rotas europeias<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Las Gobas prova que o isolamento prolongado cobra um pre\u00e7o alto de qualquer comunidade<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta no complexo de <strong>Las Gobas<\/strong> n\u00e3o \u00e9 apenas um registro arqueol\u00f3gico de uma comunidade medieval esquecida. \u00c9 a prova concreta de que o isolamento prolongado, mesmo quando motivado pela sobreviv\u00eancia, deixa marcas permanentes na gen\u00e9tica, na sa\u00fade e na estrutura social de um grupo humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Com <strong>500 anos<\/strong> de hist\u00f3ria gravados nos ossos e no DNA de 33 indiv\u00edduos, as <strong>cavernas<\/strong> de <strong>Burgos<\/strong> se tornaram um dos registros mais completos sobre os limites da vida humana em condi\u00e7\u00f5es extremas na <strong>Europa<\/strong> medieval.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 se imaginou vivendo gera\u00e7\u00f5es inteiras em cavernas fechadas para o resto do mundo? Essa foi a realidade revelada por uma descoberta arqueol\u00f3gica na regi\u00e3o de Burgos, na Espanha, onde o complexo de Las Gobas abrigou uma popula\u00e7\u00e3o medieval por mais de 500 anos sob condi\u00e7\u00f5es de sobreviv\u00eancia extremas, deixando marcas que os cientistas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":101724,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[12861],"tags":[4773,216,326],"class_list":["post-101723","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades-historicas","tag-arqueologia","tag-curiosidades","tag-historia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Nas cavernas de Las Gobas, uma comunidade viveu isolada por 500 anos. O DNA revelou endogamia, doen\u00e7as e viol\u00eancia constante. Saiba mais.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Nas cavernas de Las Gobas, uma comunidade viveu isolada por 500 anos. O DNA revelou endogamia, doen\u00e7as e viol\u00eancia constante. Saiba mais.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-04-01T00:15:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/7e5fqxu8.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Laila\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Laila\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA - Oeste Geral","description":"Nas cavernas de Las Gobas, uma comunidade viveu isolada por 500 anos. O DNA revelou endogamia, doen\u00e7as e viol\u00eancia constante. Saiba mais.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA - Oeste Geral","og_description":"Nas cavernas de Las Gobas, uma comunidade viveu isolada por 500 anos. O DNA revelou endogamia, doen\u00e7as e viol\u00eancia constante. Saiba mais.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-04-01T00:15:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/7e5fqxu8.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Laila","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Laila","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/","name":"O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/7e5fqxu8.jpg","datePublished":"2026-04-01T00:15:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d"},"description":"Nas cavernas de Las Gobas, uma comunidade viveu isolada por 500 anos. O DNA revelou endogamia, doen\u00e7as e viol\u00eancia constante. Saiba mais.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/7e5fqxu8.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/7e5fqxu8.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Voc\u00ea j\u00e1 se imaginou vivendo gera\u00e7\u00f5es inteiras em cavernas fechadas para o resto do mundo?"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/31\/o-complexo-de-cavernas-na-espanha-onde-uma-comunidade-medieval-viveu-isolada-por-500-anos-e-carregou-as-marcas-no-proprio-dna\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O complexo de cavernas na Espanha onde uma comunidade medieval viveu isolada por 500 anos e carregou as marcas no pr\u00f3prio DNA"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d","name":"Laila","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","caption":"Laila"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lailamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101723","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=101723"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101723\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":101725,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101723\/revisions\/101725"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/101724"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=101723"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=101723"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=101723"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}