{"id":102731,"date":"2026-04-02T08:35:00","date_gmt":"2026-04-02T11:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=102731"},"modified":"2026-04-02T05:33:49","modified_gmt":"2026-04-02T08:33:49","slug":"a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/","title":{"rendered":"A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes"},"content":{"rendered":"\n<p>Muito antes dos dinossauros, uma estranha criatura verde dominava a paisagem terrestre e formava as primeiras florestas da hist\u00f3ria do planeta. Essa <strong>\u00e1rvore<\/strong> se chama <strong>Wattieza<\/strong>, viveu no per\u00edodo <strong>Devoniano<\/strong> h\u00e1 cerca de <strong>385 milh\u00f5es de anos<\/strong> e s\u00f3 teve sua apar\u00eancia completa revelada em <strong>2007<\/strong>, ap\u00f3s mais de <strong>130 anos<\/strong> de busca por fragmentos f\u00f3sseis espalhados pelo mundo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os f\u00f3sseis da \u00e1rvore mais antiga foram descobertos em 1870?<\/h2>\n\n\n\n<p>Tudo come\u00e7ou em <strong>1870<\/strong>, quando trabalhadores que consertavam estradas na cidade de <strong>Gilboa<\/strong>, no estado de <strong>Nova York<\/strong>, nos <strong>Estados Unidos<\/strong>, detonaram rochas e encontraram tocos de \u00e1rvores f\u00f3sseis incrustados no solo. Os troncos estavam em posi\u00e7\u00e3o de crescimento, agrupados como se ainda estivessem vivos, evid\u00eancia de uma floresta primitiva, mas a parte superior de cada <strong>\u00e1rvore<\/strong> estava ausente.<\/p>\n\n\n\n<p>Por mais de <strong>130 anos<\/strong>, os tocos de <strong>Gilboa<\/strong> permaneceram como um dos maiores enigmas da paleobot\u00e2nica. Sabia-se que eram as mais antigas \u00e1rvores conhecidas, mas ningu\u00e9m conseguia identificar a planta nem reconstituir sua forma completa.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-103155\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fossil_tree_stumps_202604020532.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tudo come\u00e7ou em 1870, quando trabalhadores que consertavam estradas na cidade de Gilboa, no estado de Nova York, nos Estados Unidos, detonaram rochas e encontraram tocos de \u00e1rvores f\u00f3sseis incrustados no solo<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/01\/o-animal-que-todo-mundo-tem-em-casa-e-um-dos-predadores-mais-nocivos-do-planeta-e-ja-causou-25-das-extincoes-de-vertebrados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O animal que todo mundo tem em casa \u00e9 um dos predadores mais nocivos do planeta e j\u00e1 causou 25% das extin\u00e7\u00f5es de vertebrados<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que resolveu o mist\u00e9rio dos tocos de Gilboa ap\u00f3s 130 anos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Em <strong>2005<\/strong>, em uma pedreira a apenas <strong>16 quil\u00f4metros de Gilboa<\/strong>, pesquisadores encontraram o f\u00f3ssil completo de um tronco de aproximadamente <strong>8 metros de comprimento<\/strong> com ramos preservados. A paleobot\u00e2nica <strong>Linda VanAller Hernick<\/strong>, do <strong>Museu do Estado de Nova York<\/strong>, e o professor <strong>Christopher Berry<\/strong>, da <strong>Universidade de Cardiff<\/strong>, no <strong>Reino Unido<\/strong>, perceberam que as estrias na base do novo f\u00f3ssil coincidiam perfeitamente com os tocos de <strong>Gilboa<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/forest-primeval-oldest-known-trees-finally-gain-crown\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo o Science News, as \u00e1rvores mais antigas finalmente ganharam sua coroa<\/strong><\/a> com a publica\u00e7\u00e3o do resultado em <strong>abril de 2007<\/strong> na revista cient\u00edfica <strong>Nature<\/strong>: a parte superior desconhecida dos tocos pertencia \u00e0 <strong>Wattieza<\/strong>, g\u00eanero at\u00e9 ent\u00e3o conhecido apenas pelos ramos ca\u00eddos, sem que se soubesse a que planta pertenciam.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como era a Wattieza e por que ela n\u00e3o tinha folhas nem sementes?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Wattieza<\/strong> pertence ao grupo das <strong>Cladoxylopsidas<\/strong>, parentes extintos das modernas samambaias e cavalinhas, n\u00e3o das palmeiras, \u00e0s quais se assemelha apenas visualmente. Tinha um tronco fino e liso, sem casca grossa, que podia atingir entre <strong>8 e 10 metros de altura<\/strong> e cerca de <strong>0,5 metro de di\u00e2metro<\/strong> na base.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.britannica.com\/plant\/Eospermatopteris\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>De acordo com a Britannica, a Eospermatopteris<\/strong><\/a> (nome dado anteriormente aos tocos de Gilboa) carregava no topo um tufo de <strong>frondes<\/strong>, estruturas semelhantes \u00e0s de samambaia moderna, que ca\u00edam periodicamente ao ch\u00e3o. A <strong>\u00e1rvore<\/strong> n\u00e3o possu\u00eda sementes e se reproduzia por <strong>esporos<\/strong>, realizando a fotoss\u00edntese principalmente pelos galhos, n\u00e3o por folhas planas.<\/p>\n\n\n\n<p>As principais caracter\u00edsticas da <strong>Wattieza<\/strong> a distinguem de qualquer <strong>\u00e1rvore<\/strong> moderna:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Altura:<\/strong> entre 8 e 10 metros, com tronco de at\u00e9 0,5 metro de di\u00e2metro na base<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sem folhas verdadeiras:<\/strong> fotoss\u00edntese feita pelos galhos e pelas frondes do topo<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sem sementes:<\/strong> reprodu\u00e7\u00e3o exclusivamente por esporos, como samambaias e cavalinhas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Grupo taxon\u00f4mico:<\/strong> Cladoxylopsidas, parentes extintos das samambaias modernas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Distribui\u00e7\u00e3o:<\/strong> f\u00f3sseis identificados nos EUA, na B\u00e9lgica e na Venezuela<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-103157\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sporangia_releasing_spores_202604020533.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A Wattieza pertence ao grupo das Cladoxylopsidas, parentes extintos das modernas samambaias e cavalinhas, n\u00e3o das palmeiras, \u00e0s quais se assemelha apenas visualmente<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual foi o impacto das primeiras florestas dessa \u00e1rvore no planeta?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Wattieza<\/strong> viveu no <strong>Devoniano M\u00e9dio<\/strong>, entre <strong>397 e 382 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s<\/strong>, habitando p\u00e2ntanos lamacentos \u00e0s margens de um mar interior que cobria o que hoje \u00e9 o nordeste dos <strong>Estados Unidos<\/strong>. As florestas que ela formava eram densas, com troncos espa\u00e7ados como \u00e1rvores em uma planta\u00e7\u00e3o moderna.<\/p>\n\n\n\n<p>O canal <strong>Zoomundo<\/strong>, com mais de <strong>213 mil inscritos<\/strong> no YouTube, explora o per\u00edodo <strong>Devoniano<\/strong> em detalhe, incluindo o surgimento das primeiras florestas, a expans\u00e3o dos vertebrados em terra firme e os eventos de extin\u00e7\u00e3o em massa que encerraram a era:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"957\" height=\"538\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Xq9FYtYoypo\" title=\"DEVONIANO: a ERA dos PEIXES\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Wattieza tem descendentes entre as \u00e1rvores que existem hoje?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Wattieza<\/strong> superou a <strong>Archaeopteris<\/strong>, uma <strong>\u00e1rvore<\/strong> com folhas reais mais parecida com as modernas, como a mais antiga conhecida por pelo menos <strong>15 a 25 milh\u00f5es de anos<\/strong>. Apesar desse posto, ela representa um ramo evolutivo sem descendentes diretos entre as \u00e1rvores que cobrem a Terra hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>A prolifera\u00e7\u00e3o das florestas primitivas de <strong>Wattieza<\/strong> extraiu enormes quantidades de <strong>CO\u2082<\/strong> da atmosfera, resfriou o clima global e acelerou o intemperismo das rochas, liberando nutrientes nos oceanos. Esse processo provavelmente contribuiu para a <strong>extin\u00e7\u00e3o em massa do Devoniano Tardio<\/strong>, um dos cinco maiores eventos de extin\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da vida na Terra. A <strong>\u00e1rvore<\/strong> mais antiga do planeta ajudou a transformar o mundo t\u00e3o profundamente que acabou alterando as condi\u00e7\u00f5es que permitiam sua pr\u00f3pria exist\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito antes dos dinossauros, uma estranha criatura verde dominava a paisagem terrestre e formava as primeiras florestas da hist\u00f3ria do planeta. Essa \u00e1rvore se chama Wattieza, viveu no per\u00edodo Devoniano h\u00e1 cerca de 385 milh\u00f5es de anos e s\u00f3 teve sua apar\u00eancia completa revelada em 2007, ap\u00f3s mais de 130 anos de busca por fragmentos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":103154,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[12861],"tags":[4773,216,326],"class_list":["post-102731","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades-historicas","tag-arqueologia","tag-curiosidades","tag-historia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"A \u00e1rvore Wattieza viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos e formou as primeiras florestas da Terra. Veja como ela foi identificada ap\u00f3s 130 anos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A \u00e1rvore Wattieza viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos e formou as primeiras florestas da Terra. Veja como ela foi identificada ap\u00f3s 130 anos.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-04-02T11:35:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Wattieza_tree_in_202604020532.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Laila\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Laila\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes - Oeste Geral","description":"A \u00e1rvore Wattieza viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos e formou as primeiras florestas da Terra. Veja como ela foi identificada ap\u00f3s 130 anos.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes - Oeste Geral","og_description":"A \u00e1rvore Wattieza viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos e formou as primeiras florestas da Terra. Veja como ela foi identificada ap\u00f3s 130 anos.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-04-02T11:35:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Wattieza_tree_in_202604020532.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Laila","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Laila","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/","name":"A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Wattieza_tree_in_202604020532.jpg","datePublished":"2026-04-02T11:35:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d"},"description":"A \u00e1rvore Wattieza viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos e formou as primeiras florestas da Terra. Veja como ela foi identificada ap\u00f3s 130 anos.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Wattieza_tree_in_202604020532.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Wattieza_tree_in_202604020532.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Essa \u00e1rvore se chama Wattieza, viveu no per\u00edodo Devoniano h\u00e1 cerca de 385 milh\u00f5es de anos e s\u00f3 teve sua apar\u00eancia completa revelada em 2007"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/a-arvore-mais-antiga-conhecida-pela-ciencia-viveu-ha-385-milhoes-de-anos-tinha-10-metros-de-altura-e-nao-possuia-folhas-nem-sementes\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A \u00e1rvore mais antiga conhecida pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 385 milh\u00f5es de anos, tinha 10 metros de altura e n\u00e3o possu\u00eda folhas nem sementes"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d","name":"Laila","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","caption":"Laila"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lailamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102731","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=102731"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102731\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":103158,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102731\/revisions\/103158"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/103154"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=102731"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=102731"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=102731"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}