{"id":102810,"date":"2026-04-02T21:15:00","date_gmt":"2026-04-03T00:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=102810"},"modified":"2026-04-02T05:27:38","modified_gmt":"2026-04-02T08:27:38","slug":"tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos"},"content":{"rendered":"\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 se perguntou o que pode estar crescendo silenciosamente no fundo do oceano h\u00e1 mais de dois mil\u00eanios? Um <strong>coral<\/strong> colossal descoberto nas <strong>Ilhas Maug<\/strong>, no arquip\u00e9lago das <strong>Marianas<\/strong>, no <strong>Pac\u00edfico Ocidental<\/strong>, desafia tudo o que se sabia sobre os limites da vida recifal no planeta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O coral mais impressionante j\u00e1 medido pela ci\u00eancia<\/h2>\n\n\n\n<p>Em mar\u00e7o de 2026, pesquisadores do <strong>Programa Nacional de Monitoramento de Recifes de Coral<\/strong> da <strong>NOAA<\/strong> realizaram as primeiras medi\u00e7\u00f5es aproximadas de uma estrutura que j\u00e1 era conhecida pelos moradores locais das Ilhas Maug, mas nunca havia sido formalmente documentada. O resultado surpreendeu at\u00e9 os pr\u00f3prios cientistas.<\/p>\n\n\n\n<p>O <strong>coral<\/strong> da esp\u00e9cie <strong><em>Porites rus<\/em><\/strong> ocupa cerca de <strong>1.347 metros quadrados<\/strong>, com aproximadamente <strong>31 metros de largura no topo<\/strong> e <strong>62 metros na base<\/strong>. Para ter uma ideia da escala, a base equivale ao comprimento de quatro \u00f4nibus escolares enfileirados.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-103137\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_polyps_feeding_202604020526.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O coral da esp\u00e9cie Porites rus ocupa cerca de 1.347 metros quadrados, com aproximadamente 31 metros de largura no topo e 62 metros na base<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/01\/o-animal-que-todo-mundo-tem-em-casa-e-um-dos-predadores-mais-nocivos-do-planeta-e-ja-causou-25-das-extincoes-de-vertebrados\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O animal que todo mundo tem em casa \u00e9 um dos predadores mais nocivos do planeta e j\u00e1 causou 25% das extin\u00e7\u00f5es de vertebrados<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que esse coral \u00e9 tr\u00eas vezes maior que qualquer outro j\u00e1 registrado?<\/h2>\n\n\n\n<p>O recorde anterior pertencia a uma col\u00f4nia de <em>Porites<\/em> encontrada em <strong>2020<\/strong> na <strong>Samoa Americana<\/strong>. A estrutura das Marianas \u00e9 aproximadamente <strong>3,4 vezes maior<\/strong> que aquela col\u00f4nia, o que a coloca em uma categoria completamente diferente na hist\u00f3ria da ci\u00eancia oce\u00e2nica.<\/p>\n\n\n\n<p>A esp\u00e9cie <em>Porites rus<\/em> constr\u00f3i col\u00f4nias de crescimento lento e compacto, tornando a magnitude da descoberta ainda mais not\u00e1vel. <strong><a href=\"https:\/\/oceanservice.noaa.gov\/news\/mar26\/colossal-coral-mariana-islands.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Segundo a NOAA<\/a>,<\/strong> o tamanho era t\u00e3o avassalador que as pr\u00f3prias medi\u00e7\u00f5es precisaram ser adaptadas por restri\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a nos mergulhos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os cientistas estimaram a idade de mais de 2.000 anos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Determinar a idade do <strong>coral<\/strong> n\u00e3o foi simples. A esp\u00e9cie <em>Porites rus<\/em> n\u00e3o produz as chamadas bandas de crescimento, que funcionam como os an\u00e9is de um tronco de \u00e1rvore e permitem data\u00e7\u00e3o precisa em outras esp\u00e9cies. Diante disso, os pesquisadores recorreram \u00e0 taxa de crescimento lateral conhecida da esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hannah Barkley<\/strong>, PhD e cientista-chefe do programa de monitoramento da NOAA, explicou que a col\u00f4nia cresce lateralmente cerca de <strong>um cent\u00edmetro por ano<\/strong>. Com base nessa estimativa, a estrutura pode ter mais de <strong>2.050 anos de idade<\/strong>, o que significa que ela pode ter come\u00e7ado a se formar antes do nascimento de Cristo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-103138\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Coral_reef_marine_202604020526.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Determinar a idade do coral n\u00e3o foi simples<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que torna a caldeira de Maug um laborat\u00f3rio natural \u00fanico?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>coral<\/strong> gigante vive dentro da caldeira vulc\u00e2nica submarina das <strong>Ilhas Maug<\/strong>, que faz parte do <strong>Monumento Nacional Marinho da Fossa das Marianas<\/strong>, criado em <strong>2009<\/strong>. Esse ambiente fascina os cientistas h\u00e1 d\u00e9cadas por uma caracter\u00edstica incomum: fontes de <strong>di\u00f3xido de carbono<\/strong> no fundo da caldeira criam zonas de alta acidez ao redor das emiss\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa condi\u00e7\u00e3o transforma o local em um ambiente privilegiado para estudar como organismos marinhos podem reagir \u00e0 acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos causada pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O contraste observado no mesmo local \u00e9 revelador:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pr\u00f3ximo \u00e0s fontes de CO\u2082, os pesquisadores encontram zonas mortas com aus\u00eancia quase total de vida recifal.<\/li>\n\n\n\n<li>A apenas algumas centenas de metros de dist\u00e2ncia, o megacoral prospera em plena sa\u00fade, completamente alheio \u00e0s condi\u00e7\u00f5es \u00e1cidas.<\/li>\n\n\n\n<li>Esse contraste permite compara\u00e7\u00f5es diretas entre dois extremos ambientais em condi\u00e7\u00f5es naturais, sem interven\u00e7\u00e3o laboratorial.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o valor ecol\u00f3gico e econ\u00f4mico dos recifes de coral?<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta vai al\u00e9m do registro cient\u00edfico. Os recifes de <strong>coral<\/strong> sustentam cerca de <strong>25% de toda a biodiversidade marinha<\/strong> do planeta, funcionando como ber\u00e7\u00e1rios para esp\u00e9cies que abastecem cadeias alimentares inteiras. Eles tamb\u00e9m protegem linhas costeiras contra eros\u00e3o e tempestades.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a economia dos <strong>Estados Unidos<\/strong>, os ecossistemas de recifes de coral valem mais de <strong>US$ 3,4 bilh\u00f5es<\/strong>, segundo dados da pr\u00f3pria NOAA. A preserva\u00e7\u00e3o desse megacoral, portanto, n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o cient\u00edfica: \u00e9 tamb\u00e9m estrat\u00e9gica para a sa\u00fade dos oceanos e das comunidades que dependem deles.<\/p>\n\n\n\n<p>Os recifes enfrentam amea\u00e7as crescentes em todo o mundo. Entre os principais fatores de degrada\u00e7\u00e3o est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O branqueamento causado pelo aumento da temperatura dos oceanos.<\/li>\n\n\n\n<li>A acidifica\u00e7\u00e3o provocada pelo ac\u00famulo de CO\u2082 na \u00e1gua.<\/li>\n\n\n\n<li>Doen\u00e7as coralinas que se espalham com maior velocidade em \u00e1guas mais quentes.<\/li>\n\n\n\n<li>A destrui\u00e7\u00e3o f\u00edsica causada por pr\u00e1ticas de pesca predat\u00f3ria e ancoragem inadequada.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-103140\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Volcanic_floor_CO2_202604020527.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Os recifes de coral sustentam cerca de 25% de toda a biodiversidade marinha do planeta<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A estrutura milenar que ainda n\u00e3o tem nome oficial<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de toda a sua grandeza, o <strong>coral<\/strong> das Marianas ainda aguarda um nome oficial. O Conselho Consultivo do Monumento Nacional Marinho est\u00e1 trabalhando para escolher uma denomina\u00e7\u00e3o culturalmente adequada, que respeite a heran\u00e7a ind\u00edgena dos povos <strong>Chamorro<\/strong> e <strong>Caroliniano<\/strong> da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo de nomea\u00e7\u00e3o reflete um cuidado crescente com o protagonismo das comunidades locais na gest\u00e3o dos recursos marinhos que historicamente sustentam suas vidas. Mais de dois mil\u00eanios depois de ter come\u00e7ado a crescer em sil\u00eancio no fundo do Pac\u00edfico, essa estrutura viva finalmente recebe da humanidade a aten\u00e7\u00e3o que sempre mereceu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 se perguntou o que pode estar crescendo silenciosamente no fundo do oceano h\u00e1 mais de dois mil\u00eanios? Um coral colossal descoberto nas Ilhas Maug, no arquip\u00e9lago das Marianas, no Pac\u00edfico Ocidental, desafia tudo o que se sabia sobre os limites da vida recifal no planeta. O coral mais impressionante j\u00e1 medido pela ci\u00eancia [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":103136,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"coral","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"O maior coral j\u00e1 registrado tem 1.347 m\u00b2 e mais de 2.000 anos nas Marianas. Entenda o que essa descoberta revela.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[12861],"tags":[4773,216,326],"class_list":["post-102810","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-curiosidades-historicas","tag-arqueologia","tag-curiosidades","tag-historia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O maior coral j\u00e1 registrado tem 1.347 m\u00b2 e mais de 2.000 anos nas Marianas. Entenda o que essa descoberta revela.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O maior coral j\u00e1 registrado tem 1.347 m\u00b2 e mais de 2.000 anos nas Marianas. Entenda o que essa descoberta revela.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-04-03T00:15:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Giant_coral_mountain_202604020525.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Laila\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Laila\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos - Oeste Geral","description":"O maior coral j\u00e1 registrado tem 1.347 m\u00b2 e mais de 2.000 anos nas Marianas. Entenda o que essa descoberta revela.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos - Oeste Geral","og_description":"O maior coral j\u00e1 registrado tem 1.347 m\u00b2 e mais de 2.000 anos nas Marianas. Entenda o que essa descoberta revela.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-04-03T00:15:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Giant_coral_mountain_202604020525.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Laila","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Laila","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/","name":"Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Giant_coral_mountain_202604020525.jpg","datePublished":"2026-04-03T00:15:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d"},"description":"O maior coral j\u00e1 registrado tem 1.347 m\u00b2 e mais de 2.000 anos nas Marianas. Entenda o que essa descoberta revela.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Giant_coral_mountain_202604020525.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Giant_coral_mountain_202604020525.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Voc\u00ea j\u00e1 se perguntou o que pode estar crescendo silenciosamente no fundo do oceano h\u00e1 mais de dois mil\u00eanios?"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/02\/tres-vezes-maior-que-qualquer-coral-ja-registrado-esta-estrutura-viva-nas-marianas-tem-mais-de-2-000-anos\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Tr\u00eas vezes maior que qualquer coral j\u00e1 registrado, esta estrutura viva nas Marianas tem mais de 2.000 anos"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d","name":"Laila","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","caption":"Laila"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lailamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=102810"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":103141,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/102810\/revisions\/103141"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/103136"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=102810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=102810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=102810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}