{"id":107553,"date":"2026-04-11T22:15:00","date_gmt":"2026-04-12T01:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=107553"},"modified":"2026-04-11T03:26:47","modified_gmt":"2026-04-11T06:26:47","slug":"o-cao-mais-antigo-identificado-pela-ciencia-viveu-ha-15-800-anos-na-turquia-e-era-um-filhote-femea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/11\/o-cao-mais-antigo-identificado-pela-ciencia-viveu-ha-15-800-anos-na-turquia-e-era-um-filhote-femea\/","title":{"rendered":"O c\u00e3o mais antigo identificado pela ci\u00eancia viveu h\u00e1 15.800 anos na Turquia e era um filhote f\u00eamea"},"content":{"rendered":"\n<p>Quando o <strong>c\u00e3o<\/strong> se tornou o melhor amigo da humanidade? A ci\u00eancia acaba de empurrar essa resposta <strong>5.000 anos<\/strong> para o passado. Um estudo gen\u00e9tico identificou um filhote f\u00eamea de <strong>15.800 anos<\/strong> em um abrigo rochoso na <strong>Turquia<\/strong>, tornando-o o <strong>c\u00e3o dom\u00e9stico<\/strong> mais antigo j\u00e1 identificado pela pesquisa cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde os arque\u00f3logos encontraram os restos do c\u00e3o da Era do Gelo?<\/h2>\n\n\n\n<p>O animal mais velho j\u00e1 identificado pelas pesquisas viveu h\u00e1 <strong>15.800 anos<\/strong> em um abrigo rochoso chamado <strong>Pinarbasi<\/strong>, localizado na atual regi\u00e3o da <strong>Turquia<\/strong>. Os cientistas extra\u00edram o material gen\u00e9tico de um pequeno fragmento de cr\u00e2nio e descobriram que os restos pertenciam a um filhote f\u00eamea de poucos meses de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e1rea era muito frequentada por ca\u00e7adores e coletores do per\u00edodo <strong>Paleol\u00edtico Superior<\/strong>. Para entender a dimens\u00e3o dessa descoberta hist\u00f3rica, <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-026-00900-6\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>os artigos publicados simultaneamente na revista Nature<\/strong><\/a> detalham que outros exemplares de idades parecidas foram localizados em diferentes regi\u00f5es geogr\u00e1ficas.<\/p>\n\n\n\n<p>A expans\u00e3o desses animais pelo continente deixou rastros gen\u00e9ticos notavelmente parecidos nestes locais escavados pelas equipes de pesquisa:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A <strong>Caverna de Gough<\/strong>, no <strong>Reino Unido<\/strong>, guardava um esp\u00e9cime datado de <strong>14.300 anos<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>A <strong>Caverna de Kesslerloch<\/strong>, situada na <strong>Su\u00ed\u00e7a<\/strong>, abrigava f\u00f3sseis de <strong>14.200 anos<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Esses tr\u00eas genomas indicam uma dissemina\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de uma popula\u00e7\u00e3o \u00fanica por toda a <strong>Eur\u00e1sia Ocidental<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99816\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Puppy_near_fire_202603270238.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O animal mais velho j\u00e1 identificado pelas pesquisas viveu h\u00e1 15.800 anos em um abrigo rochoso chamado Pinarbasi, localizado na atual regi\u00e3o da Turquia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/10\/se-voce-ouvir-um-bem-te-vi-cantando-em-casa-ou-no-jardim-nos-te-contaremos-o-que-isso-significa-e-por-que-e-algo-bom\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Se voc\u00ea ouvir um bem-te-vi cantando em casa ou no jardim, n\u00f3s te contaremos o que isso significa e por que \u00e9 algo bom<\/a><\/strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a ci\u00eancia consegue diferenciar um lobo de um animal dom\u00e9stico antigo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos maiores desafios da arqueologia moderna \u00e9 conseguir olhar para esqueletos t\u00e3o antigos e dizer com certeza quem era selvagem e quem vivia em harmonia com os humanos. Fisicamente, as estruturas \u00f3sseas das duas esp\u00e9cies nos prim\u00f3rdios da domestica\u00e7\u00e3o s\u00e3o praticamente id\u00eanticas aos olhos dos especialistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para resolver esse mist\u00e9rio, as equipes analisaram um total de 141 amostras biol\u00f3gicas utilizando t\u00e9cnicas de mapeamento de DNA inovadoras. Esse m\u00e9todo laboratorial de ponta conseguiu classificar corretamente os grupos e confirmou que os f\u00f3sseis de <strong>Pinarbasi<\/strong> e da <strong>Caverna de Gough<\/strong> eram inequivocamente animais de companhia, e n\u00e3o predadores selvagens.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.ox.ac.uk\/news\/2026-03-25-oldest-genetic-evidence-domestic-dogs-identified-europe-and-t-rkiye\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo as declara\u00e7\u00f5es divulgadas pela Universidade de Oxford<\/strong><\/a>, o pesquisador <strong>Lachie Scarsbrook<\/strong> explicou que os humanos e esses parceiros de quatro patas j\u00e1 interagiam de forma biol\u00f3gica e socialmente distinta h\u00e1 pelo menos <strong>16.000 anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99818\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Wolf_skull_ancient_202603270239.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fisicamente, as estruturas \u00f3sseas das duas esp\u00e9cies nos prim\u00f3rdios da domestica\u00e7\u00e3o s\u00e3o praticamente id\u00eanticas aos olhos dos especialistas<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quem liderou o sequenciamento gen\u00e9tico do c\u00e3o pr\u00e9-hist\u00f3rico?<\/h2>\n\n\n\n<p>O trabalho monumental que reescreveu a cronologia da biologia evolutiva uniu grandes mentes e institui\u00e7\u00f5es globais de peso. As informa\u00e7\u00f5es vieram a p\u00fablico em mar\u00e7o de 2026, revelando dados exatos que empurram as primeiras evid\u00eancias diretas em cerca de <strong>5.000 anos<\/strong> para o passado.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1120699\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>De acordo com o material divulgado na plataforma EurekAlert<\/strong><\/a>, os levantamentos paralelos contaram com as seguintes frentes de investiga\u00e7\u00e3o acad\u00eamica:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O primeiro grupo de estudo foi conduzido por <strong>William Marsh<\/strong>, pesquisador dedicado ao <strong>Instituto Francis Crick<\/strong>, localizado em <strong>Londres<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>Essa etapa inicial contou com a colabora\u00e7\u00e3o ativa de mais de 21 centros internacionais focados em pesquisa evolutiva.<\/li>\n\n\n\n<li>O segundo artigo teve lideran\u00e7a conjunta da <strong>Universidade Ludwig Maximilian de Munique (LMU)<\/strong> e do <strong>Museu de Hist\u00f3ria Natural de Londres (NHM)<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a domestica\u00e7\u00e3o aconteceu antes da inven\u00e7\u00e3o da agricultura?<\/h2>\n\n\n\n<p>Durante d\u00e9cadas, existiu um debate intenso sobre o verdadeiro motivo da aproxima\u00e7\u00e3o entre humanos e lobos. A nova data\u00e7\u00e3o revela que essa alian\u00e7a se formou em plena <strong>Era do Gelo<\/strong>, muito antes de as primeiras sociedades come\u00e7arem a plantar alimentos ou construir vilarejos fixos e protegidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso comprova que os primeiros parceiros peludos n\u00e3o surgiram para pastorear ovelhas ou guardar fazendas. Eles se uniram aos <strong>ca\u00e7adores-coletores<\/strong> n\u00f4mades em uma rela\u00e7\u00e3o natural de benef\u00edcio m\u00fatuo, onde a busca cooperativa por alimento garantia a sobreviv\u00eancia de ambos no frio extremo da \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>O cruzamento avan\u00e7ado de dados aponta que a separa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica da popula\u00e7\u00e3o selvagem ocorreu antes do <strong>\u00faltimo m\u00e1ximo glacial<\/strong>, confirmando que essa conviv\u00eancia j\u00e1 existia h\u00e1 mais de <strong>18.000 anos<\/strong> de forma regionalmente estabelecida.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-99819\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Hunter-gatherers_with_dogs_202603270239.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Eles se uniram aos ca\u00e7adores-coletores n\u00f4mades em uma rela\u00e7\u00e3o natural de benef\u00edcio m\u00fatuo, onde a busca cooperativa por alimento garantia a sobreviv\u00eancia de ambos no frio extremo da \u00e9poca<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a heran\u00e7a biol\u00f3gica do c\u00e3o para os animais de estima\u00e7\u00e3o modernos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma das revela\u00e7\u00f5es mais surpreendentes do projeto \u00e9 a incr\u00edvel resili\u00eancia gen\u00e9tica desses companheiros ancestrais. Quando as sociedades que dominavam a agricultura come\u00e7aram a se espalhar pela <strong>Europa<\/strong>, a linhagem original que acompanhava os ca\u00e7adores n\u00e3o desapareceu e nem foi substitu\u00edda, mantendo sua for\u00e7a intacta atrav\u00e9s dos s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses mesmos sobreviventes do frio contribu\u00edram diretamente para a forma\u00e7\u00e3o das ra\u00e7as que vemos caminhando pelas ruas hoje. Essa amizade duradoura transformou o c\u00e3o em uma das poucas pontes biol\u00f3gicas vivas que conectam o mundo gelado pr\u00e9-agr\u00edcola \u00e0s casas confort\u00e1veis da nossa sociedade atual.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando o c\u00e3o se tornou o melhor amigo da humanidade? A ci\u00eancia acaba de empurrar essa resposta 5.000 anos para o passado. 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